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Cantoria abre terceira temporada com Sarau Afro-açoriano e Guilherme Franzói

A música autoral de Santa Catarina se fortalece com ações como o Cantoria, projeto do produtor Calinho Luminoso, que visa aumentar o consumo de cultura em Brusque. Nesta quinta-feira (24), a partir das 19h, será realizada a abertura da terceira temporada. O Instituto Aldo Krieger recebe o compositor Guilherme Franzói, de Tijucas, e o Sarau Afro-açoriano, formado por artistas de Porto Belo, Bombinhas e Itajaí.

O Cantoria, que é patrocinado pela Quattra Empreendimentos, tem entrada gratuita e já trouxe 24 compositores catarinenses para se apresentar em Brusque, apostando na diversidade da nossa música. Entre os artistas que já participaram do projeto estão François Muleka, A Corda em Si, Ana Paula da Silva (vencedora da Prêmio da Música Brasileira), Bruno Kohl, Expresso Rural, Meliza e Piero, e muitos outros.

Calinho, que também é músico, destaca que o Cantoria tem rendido frutos. “A recepção da comunidade de músicos é excelente. O Cantoria inspirou a criação de outros saraus por Santa Catarina. É uma opção de entretenimento inteligente e também um elo entre os artistas convidados e os músicos brusquenses, no intuito de trocar experiências que possam ser agregadoras para ambos”, afirma o produtor.

O Sarau Afro-açoriano lançou em abril o álbum “Fui tarrafear”. O disco de estreia do grupo teve financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Itajaí e faz um apanhado da música folclórica (regional) de Santa Catarina. Tem Boi de Mamão, Terno de Reis, Catumbi, Ratoeira e até uma releitura para “Lagoa da Conceição”, do Grupo Engenho.

Natural de Florianópolis, Guilherme Franzói vive em Tijucas e tem um repertório eclético. Formado no curso de Licenciatura em Música pela Univali de Itajaí, o cantor e guitarrista traz influências da MPB, do blues, do jazz e do rock no seu primeiro trabalho, que está em fase de produção. Neste mês, Franzói divulgou o clipe para “Tempo Alado”, gravado em três cidades catarinenses.

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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