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Dazaranha e Vitor Kley unem forças no single “Deixa acontecer”

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Com quase 30 anos de estrada, o Dazaranha nunca deixou de buscar o reconhecimento em nível nacional. E esse sonho de alcançar um público maior pode estar perto de se realizar, graças ao contrato com a gravadora Midas Music, de Rick Bonadio. Nesta sexta-feira (12), o Daza lança o segundo single pelo selo, “Deixa acontecer”, que traz Vitor Kley dividindo os vocais com Chico Martins. A faixa, gravada em São Paulo, foi escrita a oito mãos: Chico, Moriel Costa, Jéf e Rodrigo Koala.

O cantor e guitarrista Chico Martins afirma que trabalhar no estúdio Midas está proporcionando ao Daza uma experiência de crescimento e atualização. O músico revela que a banda não sabia o que esperar dessa oportunidade, mas foi surpreendida com a recepção. “Eles já conheciam o Dazaranha e foram muito gentis. Tivemos uma oportunidade de aprendizado mesmo, de atualização da nossa música. Recebi muitas sugestões do que ouvir e está sendo muito rico. Gravar com o Vitor Kley foi um presente, ele se apoderou da música, fez uma participação linda”, declara.

A parceria com Vitor Kley era pra ter acontecido em “Flutuar”, música lançada em dezembro. Quando descobriu que o Dazaranha tinha assinado com a gravadora, o compositor de “O sol” comentou com Bonadio que era fã da banda e o produtor apresentou a ideia da parceria. Morador de Balneário Camboriú desde os 11 anos, Kley costumava tocar músicas do Daza pelos bares antes de conhecer a fama. “Deixa acontecer” é motivo de orgulho para o jovem artista.

“Dazaranha é essência. Eles cantam as coisas que eles vivem, cantam a região deles, com o sotaque deles. Eles têm a forma deles de tocar, um rock com harmonias incríveis, riffs de metal com as melodias do violino do Fernando. Essa mistura é incrível. E essa música é linda, acho que é muito Dazaranha, mas ao mesmo tempo tem muito da minha maneira de cantar ali, uma música com pessoas que são ídolos para mim”, comenta Vitor Kley.

Foto: Tóia Oliveira

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre idas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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