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Fundação Catarinense de Cultura lança Elisabete Anderle 2019

A FCC (Fundação Catarinense de Cultura) lançou nesta segunda-feira (29) o quinto Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura. Serão R$ 5,6 milhões distribuídos para 231 projetos em três categorias: Patrimônio Cultural (R$ 1,96 milhão), Artes Populares (R$ 1,07 milhão) e Artes (R$ 2,29 milhões). Neste ano, uma das novidades é a inscrição online – as propostas devem ser registradas na plataforma do edital até o dia 12 de setembro. A entidade espera pelo menos dois mil participantes.

Na área da música, que pertence ao edital Artes (Artes visuais, dança, teatro e letras – livro, leitura e literatura), que corresponde pela maior parte dos recursos, são R$ 480 mil para 20 projetos de pesquisa (1), formação (7), produção (5) e difusão (7). Essas categorias compreendem circulação de shows, produção de álbuns, obra audiovisual, experimentação em música, mídias contemporâneas e novas tecnologias, realização de eventos de formação e difusão e publicação de livros e catálogos.

Em entrevista ao Rifferama, o gerente de inovação, gestão de projetos e relações institucionais da FCC, Luiz Nilton Corrêa, comentou sobre os problemas (principalmente de pagamento aos artistas) em relação ao edital passado, que saiu em 2017, e afirmou o compromisso da Fundação em realizar o Elisabete Anderle anualmente, como prevê a Lei Nº 15.503/2011, de autoria do ex-deputado Gilmar Knaesel. Os recursos já estão garantidos.

O edital de 2017 era para ser lançado em 2016, mas houve problemas na entrega de documentos e liberação do dinheiro. Aos poucos todos foram sendo pagos. Não poderíamos abrir outro edital sem que esse tivesse sido pago. O prêmio foi reconstruído do zero. Antes era um edital apenas, um documento que contemplava todas as categorias, de quase 100 páginas e que misturava tudo. Agora ele foi dividido em três, com informações específicas, ficou mais prático e com uma quantidade de texto muito menor, focalizado em cada área. É a primeira vez, também, que ocorre o lançamento do edital no primeiro ano de governo. Nossa obrigação é cumprir a lei e já estamos pensando no próximo. Esse tem que ser pago todo esse ano, até final de dezembro.

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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