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Iguanas Tropicais: rock progressivo colorido e folclórico

O trio Iguanas Tropicais surgiu no começo deste ano com apenas um objetivo: experimentar. Integrantes da banda Oitavo Eu, Alysson Risso (guitarra), Gustavo Duart (baixo) e Leonardo Flores (bateria) se uniram em outro projeto para estudar, compor e gravar juntos as ideias que não encaixavam no grupo que originou essa formação. Até o momento foram liberados dois singles – Bote N’areia e Turbulência – que farão parte do EP “Selva”, com previsão de lançamento para julho.

Bote N’areia, o prelúdio do EP, foi composta e gravada em três dias. Segundo o guitarrista Alysson Risso, a praticidade de trabalhar em trio foi um dos motivos que originou esse novo projeto, além dos estilos antagônicos: enquanto a Oitavo Eu tem um som carregado de “solidão e mágoa”, as Iguanas Tropicais fazem uma música alto astral, com um instrumental colorido, ou “rock progressivo e boa autoestima”, conforme está escrito na fanpage da banda.

— Eu e o Gustavo temos várias composições que queríamos tirar da gaveta fazia tempo. A organização em trio é estupidamente mais fácil e os estúdios geralmente estão mais preparados para essa formação. A Oitavo Eu tem quatro vozes, teclado, violino e o escambau. Pretendemos ser uma banda mais “folclórica”, por mais que eu não goste dessa palavra. Queremos olhar para a nossa terra, falar do que é nosso, cuspir na cara de gente ruim. Tem bastante coisa pra (sair) esse ano. Vamos lançar dois EPs, o “Selva” e um sobre o mar, que ainda está sem nome. Disco só no ano que vem.

Foto: Nicolas Weber

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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