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Mosaico Adulto estreia nova formação no single “Dez mil horas”

Após dois anos e meio de pouca movimentação na cena, a Mosaico Adulto, de Joinville, está de volta com três “novas” músicas na manga – elas já vinham sendo tocadas ao vivo pela banda. Nesta quinta-feira (28), o Rifferama divulga em primeira mão o single “Dez mil horas”, que foi produzido pelo próprio quarteto e mixado/masterizado pelo baterista André Cidral. As outras duas faixas serão lançadas ainda neste semestre.

“Dez mil horas” marca a despedida do guitarrista Alvaro Scheid (com um baita solo), que se desligou da banda para morar fora do país. O baixista Paulo César Nunes Júnior foi para a guitarra e Jean Reeck (Cachorro do Mato e Carbonarantes) assumiu o baixo. Segundo o vocalista Tiago Pereira, que também é integrante do Somaa, o momento é de levar o som da Mosaico Adulto para outras cidades do estado.

— Estamos empolgados em poder dar as caras novamente e com o que conseguimos registrar, um avanço de sonoridade em relação aos dois primeiros trabalhos, apesar desse período conturbado, com troca de guitarrista. A ideia é divulgar o máximo possível, reabilitar as atividades nas redes sociais e voltar a fazer shows, tocar em cidades que nunca tocamos para a galera conhecer o nosso som.

Outro ponto destacado pelo vocalista é a variedade que a banda atingiu com esse novo material. Nenhum dos três singles está interligado por sonoridade ou liricamente. “Dez mil horas” trata da equação tempo x atividades a realizar, uma conta que nunca fecha. “Fernet” e “Longe” devem sair em abril e maio, respectivamente.

— O primeiro single é mais denso, com um andamento mais lento e um clima pós-punk, embora tenha um refrão redentor, meio otimista. A ciência diz que são necessárias dez mil horas para alguém se tornar bom em qualquer coisa. Quem teria esse tempo hoje em dia? A música trata dessa angústia que temos frente ao tempo e das coisas que nos sentimos impelidos a fazer.

Foto: Lucas Alvarez/José Wiemes

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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