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O Tetraedro, de Blumenau, apresenta prévia do primeiro EP

O Tetraedro, formado em 2017, em Blumenau, traz no seu som uma mistura interessante de música brasileira, psicodelia e jazz. A lista de influências citadas pelo grupo é de encher os olhos (e ouvidos) – Hermeto Pascoal, Mahavishnu Orchestra, Sá, Rodrix & Guarabyra, Boogarins, Heraldo do Monte, Tame Impala e muitos outros. No dia 23 de janeiro, a banda disponibilizou o seu primeiro single, “Canção definitiva da ansiedade”.

No ano passado, o quarteto disponibilizou uma demo com gravações em ensaios chamada “Boiadeiro elementar”. Segundo o guitarrista e vocalista Felipe Locks (Wolken), o Tetraedro, que conta com Gabriel Roque (baixo), Juvenal Maia (voz e guitarra) e Rafael Tafner (bateria), deve lançar ainda neste primeiro semestre um EP com sete composições. “Canção definitiva da ansiedade”, registrada no Estúdio República, tem a participação de Alexandre d’Alsace nos vocais e no saxofone.

Passamos 2018 experimentando e arranjando as músicas. Nosso som era mais jam e não chegava em nenhum lugar. Os improvisos são mais sóbrios agora. Passamos por várias fases ao vivo. Dependendo da vibe evento conseguíamos fazer algo mais calmo, puxar mais para trás, ou mais dançantes, meio disco. O som do Tetraedro é bem mutável, com influências da nova psicodelia com música brasileira mais antiga.

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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