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Rédea Solta retorna às origens com o show Terra Fértil no TAC

Com o lançamento do segundo álbum, “Efrata”, em 2017, o Rédea Solta se firmou como um dos grupos mais originais de Santa Catarina. O som tradicionalista, que já flertava com outras estéticas no disco de estreia, “Frutificando” (2015), incorporou toques de rock, jazz e world music, e a banda cresceu – bateria/percussão, sopros e gaita. Neste domingo (17), no entanto, o trio recorre à formação original para apresentar o show Terra Fértil, no TAC (Teatro Álvaro de Carvalho). Os ingressos podem ser adquiridos no Sympla, por R$ 40, e também no local.

O repertório dos dois trabalhos do Rédea Solta será executado no formato voz e violão. Arthur Boscato, Felipe Silveira e Rafael Puerta, munidos dos seus instrumentos e o “vermelho vivo das suas gargantas”, como descreve o release do evento, terão convidados especiais (surpresa) no palco. Ao Rifferama, Boscato contou que o objetivo do show é estreitar a relação com o público – o espetáculo tem direção artística de Marina Argenta.

— Com o tempo fomos percebendo o valor que essa formação (em trio) tem. É uma estética bem peculiar, diferente dentro do cenário da música brasileira. Priorizamos as músicas que têm arranjos para três violões, tivemos de rearranjar algumas e pensamos, também, em momentos a capella, que valorizem as vozes. Estamos fazendo alguns ensaios de palco, de cena, construindo relação e trabalhando essa ideia para poder estreitar a relação com o público.

Foto: Nefhar Borck

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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