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Rodrigo Piva lança o quarto CD da carreira no TAC 8 Em Ponto

Desde a sua estreia com o disco “Contraste Brasil”, em 1995, o cantor e compositor Rodrigo Piva, sempre esteve cercado de grandes músicos. E “Canto quântico”, que será apresentado nesta terça-feira (18), no TAC (Teatro Álvaro de Carvalho), não é diferente. Produzido pelo baixista Rafael Calegari, o quarto álbum da carreira do gaúcho radicado em Florianópolis há quase 30 anos reúne um time de peso: Uiliam Pimenta (piano), Neto Fernandes (bateria), Alexandre Damaria (percussão), Fábio Mello (sax e flauta), entre outros. Piva traz essa turma e mais convidados para o show de lançamento – os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do teatro a R$ 20 (R$ 10 meia entrada).

“Canto quântico”, primeiro trabalho autoral do artista em sete anos (“Na garganta do artista” saiu em 2011), abre espaço para experimentações. Tem samba, influência principal de Piva, mas o disco também traz contornos de bossa nova, como em “Você já foi à Floripa?” (com Leleco Ramos nos vocais), o “rap com pegada brasileira” da faixa título e sua guitarra jazzística (tocada pelo filho mais novo, Victor), além do ijexá “Canto das águas”, regravado no ano passado durante a sua passagem pela Europa, com a participação da cantora Tatiana Cobbett.

Além de Florianópolis, Piva pretende levar o seu “Canto quântico” para outras capitais e também para Portugal em 2019 . O show de estreia do álbum aconteceu no dia 1º de dezembro, em Porto Alegre (RS), onde tudo começou – o compositor é neto do sambista Túlio Piva. “Nada se compara a uma apresentação ao vivo em que, durante todo o tempo, há uma profunda interação entre o artista e a plateia. Isso explica o efeito quântico da música e o seu poder de transformar a realidade”, afirma.

Foto: Cássia Piva

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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