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	<title>Brega &#8211; Rifferama</title>
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		<title>Música, teatro e humor: O universo da Dbregas Drama Band*</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 12:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Habrok Music, Mini Kalzone e DOBERRO Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse *por Marcelo Mancha Já começo levantando questões: Amigos trocando ideias em mesas e balcões dos bares da cidade? “Sei”. Por incontáveis fins de semana? “Hummmm&#8230; tinha que dar em coisa boa”. &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmusica-teatro-e-humor-o-universo-da-dbregas-drama-band%2F&amp;linkname=M%C3%BAsica%2C%20teatro%20e%20humor%3A%20O%20universo%20da%20Dbregas%20Drama%20Band%2A" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmusica-teatro-e-humor-o-universo-da-dbregas-drama-band%2F&amp;linkname=M%C3%BAsica%2C%20teatro%20e%20humor%3A%20O%20universo%20da%20Dbregas%20Drama%20Band%2A" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmusica-teatro-e-humor-o-universo-da-dbregas-drama-band%2F&amp;linkname=M%C3%BAsica%2C%20teatro%20e%20humor%3A%20O%20universo%20da%20Dbregas%20Drama%20Band%2A" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmusica-teatro-e-humor-o-universo-da-dbregas-drama-band%2F&amp;linkname=M%C3%BAsica%2C%20teatro%20e%20humor%3A%20O%20universo%20da%20Dbregas%20Drama%20Band%2A" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmusica-teatro-e-humor-o-universo-da-dbregas-drama-band%2F&amp;linkname=M%C3%BAsica%2C%20teatro%20e%20humor%3A%20O%20universo%20da%20Dbregas%20Drama%20Band%2A" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmusica-teatro-e-humor-o-universo-da-dbregas-drama-band%2F&amp;linkname=M%C3%BAsica%2C%20teatro%20e%20humor%3A%20O%20universo%20da%20Dbregas%20Drama%20Band%2A" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/habrokmusic/" target="_blank" rel="noopener">Habrok Music,</a> <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a> e <a href="https://www.instagram.com/doberro/" target="_blank" rel="noopener">DOBERRO</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>*por Marcelo Mancha</p>
<p>Já começo levantando questões: Amigos trocando ideias em mesas e balcões dos bares da cidade? “Sei”. Por incontáveis fins de semana? “Hummmm&#8230; tinha que dar em coisa boa”. Entre muitas conversas e rodadas, esses encontros definiram a criação em 2008 da <a href="https://www.instagram.com/dbregasdramaband/" target="_blank" rel="noopener">Dbregas Drama Band</a>. A banda já nasceu com uma proposta alternativa, fazer um som diferente daquele que estava rolando nos palcos da Grande Florianópolis. <strong>A aposta foi na diversão, misturar música e teatro e como trilha sonora, um som que atualmente é conhecido como brega. Tudo temperado com muito humor e MPB, a “música popular de boteco”, segundo os próprios Dbregas.</strong></p>
<p>Antes de seguir em frente, gostaria de deixar registrado (em minha defesa), nos arquivos do Rifferama, que é muito difícil definir o estilo musical brega. É uma mistura de muitas coisas e ritmos, que quando observados por ângulos diferentes, podem ser ou não, de breguice comprovada. Confuso, né? Eu sei. <strong>Brega é aquele som que todo mundo conhece, de refrão forte e contagiante, geralmente de outra época, executado e norteado pelos diferentes cantos e sotaques do país, de ontem, mas também de hoje. É coisa do povo, da raça mesmo.</strong> Até rola, mas é um pouco mais complicado ser brega na Universidade de Berkeley, por exemplo. No conservatório de Munique, compreende? Pode acontecer, mas será que não vai faltar aquela dose de Vitamina S? O brega tem emoções envolvidas. Por aqui, o assoalho pra remexer, é bem mais embaixo. Vale destacar um ponto: o que pode ser brega para uns, para outros pode ser o ápice da sofisticação.</p>
<p><strong>A Dbregas tem todo um conceito presente. Para as apresentações os integrantes criaram personagens, pseudônimos, biografias e figurinos.</strong> No universo musical eles são conhecidos como Suzete Valdirene (vocal), Brigity Taylor (vocal), Carlinhos Montanha (bateria), Ademar Meyer Jr. (guitarra e backing vocal), Mister Meme (teclado), Don Panetone (baixo) e El Cabrón (trompete e backing vocal). Nos shows, a veia performática e a interação com o público viraram marcas da banda. A DbDB ganhou experiência nos palcos da região, tocando versões bem humoradas de breguices nacionais e internacionais, do pop, do rock, do samba, da música latina. No ano passado a banda começou a trabalhar em músicas autorais, o que culminou no lançamento do EP &#8220;O Bar é meu Divã&#8221; (2022). O material foi gravado e mixado por Duda Medeiros, durante a pandemia, no Butiá Estúdio, em Florianópolis.</p>
<p>O mini álbum tem cinco faixas e abre com “Vírus da paixão”, talvez a mais próxima do conceito de música brega contemporânea, com tecladão pegando fogo e tecnobregando pelos versos da música. Daquelas para dançar com a parceira ou com o parceiro no salão do barzinho, meia luz, mesas de plástico, vidro de ovo rosa no balcão, &#8220;Gudang avulso 5 reais&#8221; escrito na parede. <strong>Estilo puro. Dá pra sacar uma conexão com umas referências mais recentes como Gaby Amarantos e Gang do Eletro. Seria um carimbó manezinho? Não duvido. </strong>A faixa-título mantém a vibe nas alturas, mesmo num BPM mais lento. Tem solo de trompete, o que já diz muito sobre a canção. Na letra uma jornada pelo mundo das bebidas alcóolicas e por amizades boêmias, com citações em inglês e francês, que dão um toque especial ao momento. As letras de todo EP são muito boas, moldadas no bom humor e em uma fina ironia, escola Rossi, Wando, Seixas, Da Silva, Augusto. Essa tem que estar em todas as jukebox da América Latina.</p>
<p>Em “Batom Vermelho”, a vocalista Suzete Valdirene assume o microfone principal e manda um recado forte na letra sobre o empoderamento feminino. “Bota teu batom vermelho e vem pra roda dançar&#8230;Não precisa de homem nessa sua vida pra ser mais mulher”. Letra mais engajada do que 90% das que andam escrevendo por aí. <strong>Essa acelera novamente o sacolejo, com a levada ecoando o som do Norte do Brasil, vibrações do Pará com reverberações de uma noite no Iate Casablanca, se é que tu me entendes? </strong></p>
<p>“Amor Comprimido” vem na sequência e já foi eleita aqui em casa a melhor canção do EP. A letra é muito boa (“Eu queria talvez te querer, só um pouquinho menos, porque na verdade pra mim é um veneno, ser de você tão dependente assim”), credo, disse muito. O arranjo dessa música foi muito bem elaborado, com todos os instrumentos aparecendo no momento certo, no verso, na ponte, no refrão. Os caras capricharam aqui. <strong>A dobra de bateria do Carlinhos Montanha e o trompete de El Cabrón nessa música te levam para o fim dos anos 70, comecinho dos 80. Chepala véio queimando combustível, toca-fitas (gaveta) rodando aquela cassete que tinha no Lado A Roupa Nova e no Lado B Expresso Rural e Kleiton e Kledir. Localizou?</strong></p>
<p>O trabalho termina com cores de Jovem Guarda com a música “Pé de Amor”. Me lembrou Vídeo Hits e Graforréia Xilarmônica, com Mister Meme incorporando o saudoso Lafayette nas teclas. O trabalho de guitarra numa levada ska e a linha de baixo desse som também merecem destaque. A música termina com jeito de última música. Acelera no fim, pra terminar de mansinho, apagando as luzes e fechando a porta do bar. <strong>Fazer música, misturar com essa parte da encenação, brincar com os personagens, com o público e ainda acrescentar humor, nos dias de hoje? Não é uma das tarefas mais fáceis. Como em todos os estilos, essa alquimia é uma arte. Total respect!</strong></p>
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<p><strong>Foto:</strong> Michelangelo Valgas</p>
<p>*Marcelo Mancha é jornalista, músico e baixista do <a href="https://www.instagram.com/euthahardcore/" target="_blank" rel="noopener">Eutha</a> (desde 1992)</p>
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