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	<title>Coletivo das Flores &#8211; Rifferama</title>
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	<description>O portal da música catarinense</description>
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		<title>Os melhores trabalhos lançados em Santa Catarina em 2017</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 13:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comecei a escrever sobre bandas catarinenses em 2010. Nesses sete anos que se passaram, o salto foi gigante, em quantidade, qualidade e profissionalismo. A criação do Rifferama não só abriu os meus olhos e ouvidos para a arte produzida aqui como reacendeu, também, a curiosidade em descobrir novos sons. Esse portal tem uma missão. E &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fos-melhores-trabalhos-lancados-em-santa-catarina-em-2017%2F&amp;linkname=Os%20melhores%20trabalhos%20lan%C3%A7ados%20em%20Santa%20Catarina%20em%202017" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fos-melhores-trabalhos-lancados-em-santa-catarina-em-2017%2F&amp;linkname=Os%20melhores%20trabalhos%20lan%C3%A7ados%20em%20Santa%20Catarina%20em%202017" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fos-melhores-trabalhos-lancados-em-santa-catarina-em-2017%2F&amp;linkname=Os%20melhores%20trabalhos%20lan%C3%A7ados%20em%20Santa%20Catarina%20em%202017" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fos-melhores-trabalhos-lancados-em-santa-catarina-em-2017%2F&amp;linkname=Os%20melhores%20trabalhos%20lan%C3%A7ados%20em%20Santa%20Catarina%20em%202017" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fos-melhores-trabalhos-lancados-em-santa-catarina-em-2017%2F&amp;linkname=Os%20melhores%20trabalhos%20lan%C3%A7ados%20em%20Santa%20Catarina%20em%202017" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fos-melhores-trabalhos-lancados-em-santa-catarina-em-2017%2F&amp;linkname=Os%20melhores%20trabalhos%20lan%C3%A7ados%20em%20Santa%20Catarina%20em%202017" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>Comecei a escrever sobre bandas catarinenses em 2010. Nesses sete anos que se passaram, <strong>o salto foi gigante, em quantidade, qualidade e profissionalismo</strong>. A criação do <a href="https://www.facebook.com/BlogRifferama/" target="_blank" rel="noopener">Rifferama</a> não só abriu os meus olhos e ouvidos para a arte produzida aqui como reacendeu, também, a curiosidade em descobrir novos sons. Esse portal tem uma missão. E o papel de uma lista como essa é reconhecer o trabalho dos outros, incentivar a produção autoral, que em 2017 superou todas as expectativas, e apresentar um panorama do cenário de Santa Catarina. Ouvindo esses trabalhos abaixo (clique na playlist), só consigo pensar em uma coisa: 2018 promete.</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/user/12144038666/playlist/3IK1VJVKF4Ex23e5MlsmjT"><iframe src="https://embed.spotify.com/?uri=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fuser%2F12144038666%2Fplaylist%2F3IK1VJVKF4Ex23e5MlsmjT" style="display:block; margin:0 auto; width:300px; height:380px;" frameborder="0" allowtransparency="true"></iframe></a></p>
<p><strong>Álbuns</strong></p>
<div id="attachment_7303" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7303" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a10-mareike-dois-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a10-mareike-dois-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a10-mareike-dois-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a10-mareike-dois-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a10-mareike-dois-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a10-mareike-dois.jpg 1489w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Junior Marques</p></div>
<p><strong>10 Mareike – Dois</strong></p>
<p>“Dois”, lançado em julho, é o retrato de uma nova <a href="https://www.facebook.com/mareikeoficial/" target="_blank" rel="noopener">Mareike</a>. No primeiro disco, gravado em 2012, quando ainda utilizava o sobrenome Valentin, a cantora tinha um repertório calcado na MPB. As músicas, parcerias de Gregory Haertel com outros compositores, <strong>soam modernas e pendem para o pop</strong>. A produção acurada de <a href="https://www.youtube.com/user/nossatoca" target="_blank" rel="noopener">Giba Moojen</a> e a presença de grandes instrumentistas, como Caio Fernando (baixo), vencedor do Prêmio da Música Catarinense de 2017, provêm uma base poderosa para a blumenauense brilhar com sua voz consonante.</p>
<div id="attachment_7304" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7304" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a9-coletivo-das-flores-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a9-coletivo-das-flores-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a9-coletivo-das-flores-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a9-coletivo-das-flores-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a9-coletivo-das-flores.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Fabio Pantoni</p></div>
<p><strong>9 Coletivo das Flores – Coletivo das Flores</strong></p>
<p>Não seria exagero classificar o som do <a href="https://www.facebook.com/coletivodasflores/" target="_blank" rel="noopener">Coletivo das Flores</a>, de Joinville, como <em>world music</em>. O grupo não se prende ao samba-rock e mistura diversos ritmos brasileiros e do mundo. A cítara na abertura de “Oráculo” já escancara a proposta ousada de Felipe Harger (voz) e companhia. Tem baião, tem xote, tem groove, tem samba, tem rock. E o melhor de tudo, <strong>nada soa forçado ou pretensioso</strong>; as transições são naturais. As letras bem humoradas também são um ponto positivo desse trabalho. Para ouvir sorrindo do início ao fim.</p>
<div id="attachment_7305" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7305" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a8-sarau-afro-aoriano-fui-tarrafear-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a8-sarau-afro-aoriano-fui-tarrafear-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a8-sarau-afro-aoriano-fui-tarrafear-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a8-sarau-afro-aoriano-fui-tarrafear-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a8-sarau-afro-aoriano-fui-tarrafear-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a8-sarau-afro-aoriano-fui-tarrafear.jpg 945w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Patrícia Estivallet</p></div>
<p><strong>8 Sarau Afro-açoriano – Fui Tarrafear</strong></p>
<p>Formado por músicos de Bombinhas, Porto Belo e Itajaí, o <a href="https://www.facebook.com/sarauafroacoriano/" target="_blank" rel="noopener">Sarau Afro-açoriano</a> faz uma ode à cultura popular catarinense. “Fui Tarrafear”, <strong>eleito melhor álbum no Prêmio da Música Catarinense</strong>, em novembro, é mais do que um disco. É um registro histórico das tradições de um povo. A releitura de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y4jk4r4Y94A&amp;t" target="_blank" rel="noopener">“Barra da Lagoa”</a>, do Grupo Engenho (de 1980), é daqueles raros casos em que a versão supera a gravação original. Um trabalho incrível, com três vozes cantando em harmonia sobre um sem-número de instrumentos de percussão. Feito com talento e coração.</p>
<div id="attachment_7306" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7306" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a7-duo-multueira-duo-multueira-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a7-duo-multueira-duo-multueira-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a7-duo-multueira-duo-multueira-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a7-duo-multueira-duo-multueira-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a7-duo-multueira-duo-multueira-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a7-duo-multueira-duo-multueira.jpg 1012w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Mariana Chinato</p></div>
<p><strong>7 Duo Multueira – Duo Multueira</strong></p>
<p>O <a href="https://www.facebook.com/duomultueira/" target="_blank" rel="noopener">Duo Multueira</a> é mais uma revelação da cena catarinense. Pedro Henrique Silva (voz e violão) e Beatriz Schmidt (percussão e vocais) presenteiam o ouvinte com dez composições encantadoras e muito bem arranjadas. Os convidados especiais foram escolhidos a dedo para oferecer outras facetas à sonoridade praticada pela dupla. O projeto gráfico, assinado por Mariana Chinato, também é digno de nota. <strong>“Duo Multueira” é um mimo, um carinho na alma</strong>. Um trabalho que precisa ser descoberto e apreciado por todos que gostam de boa música.</p>
<div id="attachment_7307" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7307" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a6-brass-groove-brasil-sopro-brasileiro-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Stivy Malty Soares</p></div>
<p><strong>6 Brass Groove Brasil – Sopro Brasileiro</strong></p>
<p>A <a href="https://www.facebook.com/BrassGrooveBrasil/" target="_blank" rel="noopener">Brass Groove Brasil</a>, como o nome sugere, tem uma proposta diferente. O quinteto de metais formado por Jean Carlos (trompete), Carlos Schmidt (trombone, bombardino e tuba), Fábio Mello (sax), Braion Johnny (clarinete e sax) e Aurélio Martins (trombone) rouba a cena em “Sopro Brasileiro”. A banda ainda se dá ao luxo de contar com Cristiano Ferreira na guitarra, Rafael Calegari no baixo, Cristiano Forte na bateria e Alexandre Damaria na percussão. <strong>Esses mestres, juntos, criaram uma obra-prima da música instrumental catarinense</strong>, que tem a participação de Gloire Ilonde nos vocais de “Une Parti de la Terre”. Refinadíssimo.</p>
<div id="attachment_7308" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7308" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a5-john-filme-fohn-jilme-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a5-john-filme-fohn-jilme-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a5-john-filme-fohn-jilme-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a5-john-filme-fohn-jilme-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a5-john-filme-fohn-jilme-610x610.jpg 610w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Maria Augusta SB</p></div>
<p><strong>5 John Filme – Fohn Jilme</strong></p>
<p>Quando “Fohn Jilme” saiu, no começo de novembro, a lista de melhores do ano já estava fechada. O segundo álbum da <a href="https://www.facebook.com/johnfilme/" target="_blank" rel="noopener">John Filme</a>, de Chapecó, tem no Sonic Youth uma grande referência. As músicas, compostas em inglês por Akira Fukai (bateria) e Fernando Paludo (guitarra), que inverteram os instrumentos para essa gravação, são cativantes mesmo seguindo pela rota do experimentalismo. <strong>Chama a atenção a mistura de sentimentos que o disco provoca</strong>. Em alguns momentos, como em “Fon Fon”, o pau come solto, mas “Czarnoboy” passa uma sensação de relaxamento. E esse “morde e assopra” é o maior barato.</p>
<div id="attachment_7309" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7309" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a4-rdea-solta-efrata-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Nefhar Borck</p></div>
<p><strong>4 Rédea Solta – Efrata</strong></p>
<p>O <a href="https://www.facebook.com/RedeaSoltaOficial/" target="_blank" rel="noopener">Rédea Solta</a>, que não é mais trio após a inclusão de André FM (bateria e percussão), abandonou a pilcha, mas segue aperfeiçoando a sua música regional catarinense, mais moderna e com ecos do rock. A performance de Arthur Boscato é impressionante: gravou violões, guitarra, baixo, cavaquinho, gaita-ponto, eletrônicos, percussões adicionais e ainda criou os arranjos de sopro. <strong>A união das três vozes (com Felipe Silveira e Rafael Vieira) é o diferencial desse álbum</strong>, que é abençoado com a canja de François Muleka em “O Homem de um Livro Só”.</p>
<div id="attachment_7310" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7310" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a3-quazimorto-quazimorto-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a3-quazimorto-quazimorto-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a3-quazimorto-quazimorto-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a3-quazimorto-quazimorto-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a3-quazimorto-quazimorto-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a3-quazimorto-quazimorto.jpg 1200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Rael Brian</p></div>
<p><strong>3 QUAZIMORTO – QZMRT</strong></p>
<p>Gravado em apenas cinco dias, o álbum de estreia do <a href="https://www.facebook.com/quazimorto/" target="_blank" rel="noopener">QUAZIMORTO</a>, lançado em junho, é um manual de como fazer rock – viajante, barulhento e irreverente. Fernando Goyret alterna vocais melódicos ou berrados em inglês e português nos momentos chave do disco, que é essencialmente instrumental. Os solos de guitarra são recheados de efeitos, com mais atitude e menos virtuose. A cozinha também tem um papel crucial nesse trabalho, forjado em influências diversas, do punk rock ao grunge, passando pelo post-rock. <strong>É pedrada do início ao fim</strong>. Obrigatório.</p>
<div id="attachment_7311" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7311" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a2-cobalt-blue-stop-momentum-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a2-cobalt-blue-stop-momentum-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a2-cobalt-blue-stop-momentum-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a2-cobalt-blue-stop-momentum-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a2-cobalt-blue-stop-momentum-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a2-cobalt-blue-stop-momentum.jpg 1200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Pedro Peluso</p></div>
<p><strong>2 Cobalt Blue – Stop Momentum</strong></p>
<p>O álbum de estreia da <a href="https://www.facebook.com/CobaltBlueband/" target="_blank" rel="noopener">Cobalt Blue</a> levou quatro anos para ser finalizado. O perfeccionismo do vocalista e guitarrista Júlio Miotto, que também produziu, mixou e masterizou o disco (e gravou as teclas e os baixos), felizmente se justifica. O som progressivo do grupo, inspirado em entidades como King Crimson, Pain of Salvation e Mars Volta, não deixa pedra sobre pedra. “<strong>Stop Momentum” é um marco na história do rock catarinense</strong>, um trabalho que você pode mostrar para os seus amigos quando eles disserem que não tem banda que preste por aqui.</p>
<div id="attachment_7312" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7312" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a1-skrotes-tropical-mojo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a1-skrotes-tropical-mojo-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a1-skrotes-tropical-mojo-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a1-skrotes-tropical-mojo-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a1-skrotes-tropical-mojo-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/a1-skrotes-tropical-mojo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Henrique Neumann</p></div>
<p><strong>1 Skrotes – Tropical Mojo</strong></p>
<p>O que escrever sobre Igor de Patta (teclados), Chico Abreu (baixo) e Guilherme Ledoux (bateria) que já não foi dito? “Tropical Mojo” é o momento de consagração dos <a href="https://www.facebook.com/os.skrotes/" target="_blank" rel="noopener">Skrotes</a>, que neste ano gravaram o Instrumental SESC Brasil, se apresentaram na Inglaterra, fizeram a trilha sonora ao vivo do clássico do cinema “Nosferatu”, que originou a assombrosa faixa de encerramento do álbum, e levaram o troféu de melhor clipe no Prêmio da Música Catarinense. <strong>E ainda é muito pouco para o trio, que merece ganhar o mundo</strong>, tamanha a genialidade contida do som produzido por esses caras.</p>
<p><strong>EPs</strong></p>
<div id="attachment_7313" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7313" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-5-rinoceronte-negro-rinoceronte-negro-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Lucas Romero</p></div>
<p><strong>5 Rinoceronte Negro &#8211; Rinoceronte Negro</strong></p>
<p>Quem conheceu a <a href="https://www.facebook.com/rinocerontenegrobanda/" target="_blank" rel="noopener">Rinoceronte Negro</a> em 2015, quando ainda era um trio e tinha outro baterista, se surpreendeu com a qualidade do primeiro EP da banda, homônimo, lançado em abril. As entradas de Ytor Flematti e Lucas Romero (teclados, trompete e produção) fizeram muito bem a Victor Leonardo (baixo e voz) e Benan Borba (guitarra e voz), que cresceram muito como músicos. <strong>A influência da MPB traz um clima melancólico para as composições do quarteto</strong>, que também sabe fazer rock pesado e com ótimas passagens instrumentais, como em “Precipito”. Revelação do ano.</p>
<div id="attachment_7314" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7314" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-3-frabin-nope-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-3-frabin-nope-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-3-frabin-nope-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-3-frabin-nope-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-3-frabin-nope-610x610.jpg 610w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Victor Fabri</p></div>
<p><strong>4 Frabin – Nope</strong></p>
<p>Victor Fabri, criador do projeto <a href="https://www.facebook.com/frabinmusic/" target="_blank" rel="noopener">Frabin</a>, é um fenômeno. <strong>Nos últimos quatro anos, o músico produziu dois álbuns e três EPs</strong>, entre trabalhos da Rascal Experience e como artista solo. Em “Nope”, que saiu em agosto, Frabin tocou todos os instrumentos, produziu e gravou as quatro faixas, que foram mixadas em Florianópolis por Rafael Pfleger e masterizadas por Rob Grant (Tame Impala). “Public Loneliness”, o single “Habits” e “Dreamy State” estão entre as melhores músicas da sua curta, porém expressiva carreira. Indie pop dos bons.</p>
<div id="attachment_7315" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7315" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-4-parafuso-silvestre-contra-o-corpo-e-contra-a-mente-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-4-parafuso-silvestre-contra-o-corpo-e-contra-a-mente-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-4-parafuso-silvestre-contra-o-corpo-e-contra-a-mente-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-4-parafuso-silvestre-contra-o-corpo-e-contra-a-mente-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-4-parafuso-silvestre-contra-o-corpo-e-contra-a-mente-610x610.jpg 610w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">LaserDemon</p></div>
<p><strong>3 Parafuso Silvestre – Contra o Corpo e Contra a Mente</strong></p>
<p>O que mais gosto na <a href="https://www.facebook.com/parafusosilvestre/" target="_blank" rel="noopener">Parafuso Silvestre</a> é a preocupação que a banda tem com os detalhes. O EP “Contra o Corpo e Contra a Mente”, primeira parte de uma trilogia, <strong>mescla com perfeição o pop com o rock</strong>. As letras fogem do lugar comum e os arranjos e timbres são de muito bom gosto. Cordas, synths e samples se misturam aos efeitos de guitarra e riffs criados por Julio Victor e Bruno Arceno, que se revezam entre a guitarra e o baixo. O destaque fica para a música “Flor”, uma das mais bonitas que ouvi neste ano e ponto alto dos shows do grupo.</p>
<div id="attachment_7316" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7316" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-2-noahs-rise-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-2-noahs-rise-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-2-noahs-rise-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-2-noahs-rise-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-2-noahs-rise-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-2-noahs-rise.jpg 1400w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Rafael Nascimento</p></div>
<p><strong>2 Noahs – Rise</strong></p>
<p>O <a href="https://www.facebook.com/noahstheband/" target="_blank" rel="noopener">Noahs</a> é tão bom que poderia subir no palco do Lollapalooza gringo e conquistar a plateia. “Rise” supera o primeiro EP do grupo, “Cedar &amp; Fire” (2014), em tudo. Produzido e mixado pelo guitarrista Bruno Bastos, o novo trabalho do quarteto foi masterizado pelo norte-americano Steve Corrao. As composições estão mais maduras e mostram uma <strong>banda pronta para alcançar um grande público no mercado brasileiro</strong>. A sonoridade do Noahs não deve nada para nenhum grupo do estilo (indie folk). Indicado para fãs de Mumford &amp; Sons e Of Monsters and Men.</p>
<div id="attachment_7317" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-7317" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-1-modernas-ferramentas-cientficas-de-explorao-mfce-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-1-modernas-ferramentas-cientficas-de-explorao-mfce-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-1-modernas-ferramentas-cientficas-de-explorao-mfce-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-1-modernas-ferramentas-cientficas-de-explorao-mfce-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-1-modernas-ferramentas-cientficas-de-explorao-mfce-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2017/12/ep-1-modernas-ferramentas-cientficas-de-explorao-mfce.jpg 1200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text">Triva Linda</p></div>
<p><strong>1 Modernas Ferramentas Científicas de Exploração – MFCE1</strong></p>
<p>O <a href="https://www.facebook.com/MFCEXP/" target="_blank" rel="noopener">Modernas Ferramentas Científicas de Exploração</a>, projeto formado por Yusanã Mignoni (teclas e bateria) e Leonardo Travassos (guitarra), foi o trabalho mais original que ouvi neste ano. De longe. “MFCE” é uma colagem de interlúdios e temas instrumentais que remetem ao hip hop produzido pelos mestres DJ Shadow e MF DOOM. <strong>A sonoridade eletrônica/ambiente oferece momentos primorosos</strong> durante os 25 minutos de audição, como em “Ancienneté”, “Gras”, que tem a participação de Lucas Romero no trompete, e “Tela Azul. Viciante.</p>
<p><strong>Clipes</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>5 Disaster Cities – Right Next to You</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0Dk5SWsuwX4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>4 Pentarradial – Fora do Ar</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WFwVUltke94" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>3 Ponto Nulo no Céu – Horizontal</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LiBQwaq36uI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>2 Skrotes – Adogás</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SI1_JR-pG10" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>1 The Last Station – Scars </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VOXJ_YU8IUc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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