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	<title>Cucas de Arabutã &#8211; Rifferama</title>
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		<title>O manifesto antropofágico subtropical do Cucas de Arabutã</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 12:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cucas de Arabutã]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Lord Whisky Distillery, Camerata Florianópolis e Biguanet Informática Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse O Oeste de Santa Catarina é o buraco, do buraco do Brasil. Essa afirmação não tem caráter pejorativo, apenas atesta a distância que a região tem dos grandes &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fo-manifesto-antropofagico-subtropical-do-cucas-de-arabuta%2F&amp;linkname=O%20manifesto%20antropof%C3%A1gico%20subtropical%20do%20Cucas%20de%20Arabut%C3%A3" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fo-manifesto-antropofagico-subtropical-do-cucas-de-arabuta%2F&amp;linkname=O%20manifesto%20antropof%C3%A1gico%20subtropical%20do%20Cucas%20de%20Arabut%C3%A3" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fo-manifesto-antropofagico-subtropical-do-cucas-de-arabuta%2F&amp;linkname=O%20manifesto%20antropof%C3%A1gico%20subtropical%20do%20Cucas%20de%20Arabut%C3%A3" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fo-manifesto-antropofagico-subtropical-do-cucas-de-arabuta%2F&amp;linkname=O%20manifesto%20antropof%C3%A1gico%20subtropical%20do%20Cucas%20de%20Arabut%C3%A3" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fo-manifesto-antropofagico-subtropical-do-cucas-de-arabuta%2F&amp;linkname=O%20manifesto%20antropof%C3%A1gico%20subtropical%20do%20Cucas%20de%20Arabut%C3%A3" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fo-manifesto-antropofagico-subtropical-do-cucas-de-arabuta%2F&amp;linkname=O%20manifesto%20antropof%C3%A1gico%20subtropical%20do%20Cucas%20de%20Arabut%C3%A3" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/lordwhiskydistillery/" target="_blank" rel="noopener">Lord Whisky Distillery</a>, <a href="https://www.instagram.com/camerataflorianopolis/" target="_blank" rel="noopener">Camerata Florianópolis</a> e <a href="https://linktr.ee/biguanet" target="_blank" rel="noopener">Biguanet Informática</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p><strong>O Oeste de Santa Catarina é o buraco, do buraco do Brasil. Essa afirmação não tem caráter pejorativo, apenas atesta a distância que a região tem dos grandes centros e da cultura de massa, dois pontos explorados com maestria pelo <a href="https://www.instagram.com/cucasdearabuta/" target="_blank" rel="noopener">Cucas de Arabutã</a> no seu álbum de estreia, &#8220;Cucas de Arabutã nos buracos da estrada d&#8217;oeste cabreiro&#8221;.</strong> O título faz menção a um episódio que ocorreu com a dupla Matheus Francez, que mora em Ipira, e Renan Bernardi, à época vivendo em Concórdia (hoje mora em Florianópolis), em uma das idas de carro para Chapecó, onde gravaram o material no estúdio de Leonardo Zancheta. Produzido a oito mãos, pelos três já citados mais Matheus Bonora, o disco de estreia do duo, lançado no dia 26 de junho nas plataformas digitais, tem uma sonoridade original, que mistura rock, samba, forró, jazz e influências de artistas locais que participaram do registro como André Castaman, Arthur Boscato, Demétrio Panarotto, José Barancelli e Gustavo Matte (escritor e coautor de &#8220;Por uma hecatombe astral&#8221;).</p>
<p>Tudo no Cucas de Arabutã remete ao Oeste — todos os envolvidos na produção são da região. <strong>O nome do grupo brinca com o fato de as cidades se intitularem capitais de alguma coisa, como Concórdia a capital do trabalho, Xavantina a do suíno, sobrou para Arabutã, município de pouco mais de 4 mil habitantes, ser a meca das cucas.</strong> &#8220;A melhor coisa que existia em Concórdia eram as cucas de Arabutã&#8221;, afirmou Renan Bernardi, que canta em grande parte das canções do álbum, mas também gravou teclado, guitarra e violão (veja a ficha técnica abaixo). Em contato com o Rifferama, o músico comentou sobre como ter nascido e vivido longe demais das capitais moldou a música subtropical feita pelo duo, em referência ao trabalho de Matte. Além dessa experiência, Bernardi citou a John Filme como uma das principais influências em &#8220;Cucas de Arabutã nos buracos da estrada d&#8217;oeste cabreiro&#8221;.</p>
<p>— Parte do Gustavo Matte, que tivemos o prazer de ter um refrão escrito por ele, essa ideia do subtropicalismo. <strong>A gente não é nem tropicalista, por não estar no Centro do Brasil e assimilando as culturas tipicamente brasileiras, a gente não é nem gaúcho, então tudo pra nós é a coisa antropofágica, a gente vai pegando o que não é nosso, nada é nosso, então tudo é nosso.</strong> Eu entendo que nosso álbum seja guiado pela coisa do rock, todo mundo que participa é do Oeste, desde a capa até as participações. Gostamos de citar a John Filme, que despertou na gente essa coisa do local, no &#8220;Kol Cover&#8221;, ali eles trazem a questão do Oeste que me bateu muito, é uma influência maior, apesar de venerar os irmãos Panarotto (Banda Repolho). É um rock novo, oestino, brasileiro e desbocado. É um álbum sobre a região, mas também do mundo, que se dispersa.</p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/5ZIxZIeK8HoJXECTc3fe1q?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Áudio</strong></p>
<p><strong>Leonardo Zanchetta:</strong> produção; mixagem; masterização; teclado (faixa 02) e voz (faixa 01)<br />
<strong>Matheus Bonora:</strong> produção; mixagem; masterização; teclados (faixas 01, 06 e 07); baixo (faixas<br />
01, 03, 04, 06, 07 e 09); violão (faixa 03); cavaquinho (faixa 09); voz (faixas 01 e 06); baixolão<br />
(faixa 09) e ukulele (faixa 08)<br />
<strong>Matheus Francez:</strong> produção; violão (faixas 04, 06, 07 e 09); guitarra (faixas 01, 03, 04, 07 e 09);<br />
bateria (faixas 01, 03, 04, 07 e 09); percussões (faixas 02 e 06); viola caipira (faixas 03 e 08);<br />
baixolão (faixa 09) e voz (faixas 01, 06 e 07)<br />
<strong>Renan Bernardi:</strong> produção; voz (faixas 01, 03, 04, 06, 07, 08 e 09); teclado (faixa 02); guitarra<br />
(faixa 07) e violão (faixa 08)<br />
<strong>André Castaman:</strong> saxofone (faixas 01, 04, 06, 07 e 09)<br />
<strong>Arthur Boscatto:</strong> violão (faixa 04)<br />
<strong>Demétrio Panarotto:</strong> voz (faixa 05)<br />
<strong>José Barancelli:</strong> voz (faixa 01)</p>
<p><strong>Capa</strong></p>
<p><strong>Juliana Dias de Castro:</strong> arte<br />
<strong>Carol Goch:</strong> montagem, panificação das cucas e fotos<br />
<strong>Matheus Francez:</strong> montagem e fotos<br />
<strong>Andressa Colbalchini:</strong> edição</p>
<p><strong>Foto:</strong> Andressa Cobalchini</p>
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