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	<title>MC Clandestina &#8211; Rifferama</title>
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	<title>MC Clandestina &#8211; Rifferama</title>
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		<title>Dos palcos ao escritório: MC Versa lança selo e produtora</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[BRABA Music]]></category>
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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, TUM Festival e Desterro Autoral Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse Lançar o próprio selo foi um caminho natural para MC Versa. A artista, que é natural de Seara, no Oeste do estado, sempre se envolveu com coletivos, como &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fdos-palcos-ao-escritorio-mc-versa-lanca-selo-e-produtora%2F&amp;linkname=Dos%20palcos%20ao%20escrit%C3%B3rio%3A%20MC%20Versa%20lan%C3%A7a%20selo%20e%20produtora" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fdos-palcos-ao-escritorio-mc-versa-lanca-selo-e-produtora%2F&amp;linkname=Dos%20palcos%20ao%20escrit%C3%B3rio%3A%20MC%20Versa%20lan%C3%A7a%20selo%20e%20produtora" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fdos-palcos-ao-escritorio-mc-versa-lanca-selo-e-produtora%2F&amp;linkname=Dos%20palcos%20ao%20escrit%C3%B3rio%3A%20MC%20Versa%20lan%C3%A7a%20selo%20e%20produtora" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fdos-palcos-ao-escritorio-mc-versa-lanca-selo-e-produtora%2F&amp;linkname=Dos%20palcos%20ao%20escrit%C3%B3rio%3A%20MC%20Versa%20lan%C3%A7a%20selo%20e%20produtora" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fdos-palcos-ao-escritorio-mc-versa-lanca-selo-e-produtora%2F&amp;linkname=Dos%20palcos%20ao%20escrit%C3%B3rio%3A%20MC%20Versa%20lan%C3%A7a%20selo%20e%20produtora" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fdos-palcos-ao-escritorio-mc-versa-lanca-selo-e-produtora%2F&amp;linkname=Dos%20palcos%20ao%20escrit%C3%B3rio%3A%20MC%20Versa%20lan%C3%A7a%20selo%20e%20produtora" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a>, <a href="https://www.instagram.com/camerataflorianopolis/" target="_blank" rel="noopener">Camerata Florianópolis</a>, <a href="https://linktr.ee/biguanet" target="_blank" rel="noopener">Biguanet Informática</a>, <a href="https://tumfestival.com.br/" target="_blank" rel="noopener">TUM Festival</a> e <a href="https://www.instagram.com/desterroautoral/" target="_blank" rel="noopener">Desterro Autoral</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>Lançar o próprio selo foi um caminho natural para <a href="https://www.instagram.com/salveversa/" target="_blank" rel="noopener">MC Versa</a>. A artista, que é natural de Seara, no Oeste do estado, sempre se envolveu com coletivos, como o Trama Feminina, onde estreou como rapper antes de seguir carreira solo, ou na participação de batalhas de rima em Florianópolis. <strong>A experiência no mercado da música atuando no planejamento e marketing para distribuidoras e agências, apresentou uma profissão, mas não alimentou a alma: faltava potencializar o trabalho de artistas mulheres e LGBTQIAPN+. O selo <a href="https://www.instagram.com/braba.music/" target="_blank" rel="noopener">BRABA Music</a>, com um ano de atuação, promove o seu primeiro evento nos dias 28 e 29 de junho, com acesso gratuito.</strong> <a href="https://www.instagram.com/brabasnamusica/" target="_blank" rel="noopener">Brabas na Música</a>, executado por meio da FCC (Fundação Catarinense de Cultura), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc, abre com festa no sábado, no Selva, com roda de conversa, feira, batalha e shows, e segue no domingo, no Berlin, com workshop, palestras e showcases — confira a programação completa abaixo.</p>
<p><strong>A experiência como artista mulher e também como profissional do mercado da música forneceu as condições para estabelecer as quatro frentes do BRABA Music: selo musical, agência de marketing, educacional e produtora cultural. A parceria com a MC Clandestina (foto, à direita) desde os tempos de Trama Feminina foi fundamental para a consolidação do projeto.</strong> &#8220;Não tinha como fazer isso sem ela estar envolvida. A Clandestina foi a fundadora da Batalha das Minas, a pessoa que mais me incentivou a seguir a minha carreira solo e ela foi a primeira artista do meu selo. Faz sentido ter ela nesse momento de tornar o BRABA Music uma referência nacional. Que a gente consiga acessar espaços e oportunidades de igual para igual com os homens dentro da música&#8221;, comentou a rapper e empresária. Em contato com o Rifferama, MC Versa falou sobre o objetivo do evento Brabas na Música.</p>
<p>— As mulheres pioneiras já faz muito tempo e mesmo assim a gente não tem o devido reconhecimento. O selo nasceu com esse intuito de fortalecer e potencializar corpos dissidentes dentro da música urbana, trazer estrutura e oportunidades para essas mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Braba é a primeira palavra que alguém fala geralmente quando conhece o meu trabalho, é um adjetivo designado para mulheres que são incisivas, fortes, se posicionam. A gente veio para ressignificar esse tempo. <strong>Temos vários projetos e o Brabas na Música é um passo para ocupar essa lacuna de profissionalizar as mulheres. As feiras de música são espaços de conhecimento e conexões riquíssimos, mas os artistas que vêm da periferia muitas vezes não acessam. O mercado ainda é muito desigual com as mulheres, queremos abrir espaço. </strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YC8U_pzI0i4?si=vqUYGFgzzh-tc5Cz" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>28 de junho, sábado (Selva)<br />
</strong><br />
<strong>17h –</strong> Abertura da casa: Feira de expositoras + espaço de networking criativo<br />
<strong>18h –</strong> Roda de conversa &#8220;Você é seu melhor marketing — Networking e marketing para<br />
artistas e empreendedores independentes&#8221;, com Milena da Mata (CEO da Estro e da Sunex)<br />
<strong>20h –</strong> Batalha das Damas &#8211; Seletiva para o Regional de Conhecimento<br />
<strong>22h –</strong> Show NPKN<br />
<strong>23h –</strong> Show MC Versa<br />
<strong>00h –</strong> Show MC Clandestina<br />
<strong>0h30 às 4h –</strong> DJ Set MNEGRO</p>
<p><strong>29 de junho, domingo (Berlin)</strong></p>
<p><strong>14h –</strong> Palestra &#8220;Produção Musical como Ferramenta de Empoderamento e Autonomia&#8221;,<br />
com Monalicia Knob (Apocalypse Queer) e Kimberlly Arce (NPKN)<br />
<strong>16h –</strong> Workshop &#8220;Hip Hop e Direito Autoral&#8221;, Com Prof. Liz Sass e Isadora Bays (NUPPI e Autoria Marginal)<br />
<strong>17h30 –</strong> Palestra &#8220;Tornar-se Artista: o Processo do Artista Independente&#8221;, com THUANNY e MC Versa<br />
<strong>19h30h às 21h –</strong> Showcases<br />
<strong>21h –</strong> Pocket Show de encerramento com MC LETI (RS)</p>
<p><strong>Foto:</strong> Cleo Theodora</p>
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		<title>Explícita, MC Clandestina combate preconceito na cena funk</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 12:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>
		<category><![CDATA[MC Clandestina]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, TUM Festival e Desterro Autoral Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse A cantora e compositora Suzi Oliveira, que se apresenta como MC Clandestina, não tem papas na língua. Natural de Maringá (PR), a artista militou inicialmente no movimento hip &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fexplicita-mc-clandestina-combate-preconceito-na-cena-funk%2F&amp;linkname=Expl%C3%ADcita%2C%20MC%20Clandestina%20combate%20preconceito%20na%20cena%20funk" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fexplicita-mc-clandestina-combate-preconceito-na-cena-funk%2F&amp;linkname=Expl%C3%ADcita%2C%20MC%20Clandestina%20combate%20preconceito%20na%20cena%20funk" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fexplicita-mc-clandestina-combate-preconceito-na-cena-funk%2F&amp;linkname=Expl%C3%ADcita%2C%20MC%20Clandestina%20combate%20preconceito%20na%20cena%20funk" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fexplicita-mc-clandestina-combate-preconceito-na-cena-funk%2F&amp;linkname=Expl%C3%ADcita%2C%20MC%20Clandestina%20combate%20preconceito%20na%20cena%20funk" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fexplicita-mc-clandestina-combate-preconceito-na-cena-funk%2F&amp;linkname=Expl%C3%ADcita%2C%20MC%20Clandestina%20combate%20preconceito%20na%20cena%20funk" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fexplicita-mc-clandestina-combate-preconceito-na-cena-funk%2F&amp;linkname=Expl%C3%ADcita%2C%20MC%20Clandestina%20combate%20preconceito%20na%20cena%20funk" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a>, <a href="https://www.instagram.com/camerataflorianopolis/" target="_blank" rel="noopener">Camerata Florianópolis</a>, <a href="https://linktr.ee/biguanet" target="_blank" rel="noopener">Biguanet Informática</a>, <a href="https://tumfestival.com.br/" target="_blank" rel="noopener">TUM Festival</a> e <a href="https://www.instagram.com/desterroautoral/" target="_blank" rel="noopener">Desterro Autoral</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>A cantora e compositora Suzi Oliveira, que se apresenta como <a href="https://www.instagram.com/clandestinazika/" target="_blank" rel="noopener">MC Clandestina</a>, não tem papas na língua. Natural de Maringá (PR), a artista militou inicialmente no movimento hip hop, participando da organização da Batalha das Mina, em Florianópolis, responsável pelo surgimento de muitas rappers e coletivos como o Trama Feminina. <strong>Nos últimos anos, Clandestina vem migrando para o funk e trazendo outros assuntos para as suas músicas, como o a sexualidade, mas sem perder a veia contestadora e o humor ácido. Com 12 singles lançados desde 2017, a MC está preparando o seu primeiro EP, com cinco faixas — &#8220;Posso levar?&#8221; e &#8220;Peludona&#8221; foram divulgadas em julho e novembro do ano passado, respectivamente.</strong> Gravado no Akasha Floripa, o material tem beats de FAL e Jay Gueto, responsável pela mixagem e masterização, e mistura o funk com o rap. &#8220;Até para não tirar 100% das minhas origens. Esse trabalho é uma transição para mostrar que eu posso fazer funk, uma mistura dos dois trabalhos&#8221;, comentou ao portal.</p>
<p><strong>Para MC Clandestina, cantar é uma forma de resistir. Em um gênero dominado majoritariamente por artistas homens que, na sua maioria, falam sobre as mulheres de uma forma pejorativa e violenta, num papel de submissão, falar de sexo sempre atrai olhares contrários.</strong> Em dezembro, a artista participou de um show da MC Versa, em Florianópolis, e percebeu a reação do público quando começou a mandar as suas rimas. &#8220;Quando cantei &#8220;Posso levar?&#8221; basicamente todos os caras saíram da pista, ficaram só as minas e os parças. Eu faço música para incomodar, a arte não está aí só para satisfazer, ela está aí para gerar reflexão&#8221;, lembrou. Nada que faça a MC perder o rumo. Pelo contrário, só reforça a decisão de seguir esse caminho de contestar os padrões impostos. Em contato com o Rifferama, MC Clandestina falou sobre o conceito do EP e as suas letras explícitas.</p>
<p>— A minha ideia mesmo, principalmente no funk, é passar esse olhar feminino, empoderador, trago uma reflexão para quem escuta e um poder de uma palavra com mais autonomia, mais corpos livres. Eu poderia cantar qualquer coisa que está na moda, mas escolho cantar o que vai fazer as pessoas refletirem, com um toque de humor ácido, como em &#8220;Peludona&#8221;. É complicado falar sobre coisas explícitas, principalmente quando é uma mulher falando. Sempre tenho algumas portas fechadas, muita gente não gosta ou deixa de me chamar pra shows por isso. Eu entendo, às vezes não é a proposta do evento ou artista, mas quantas vezes os caras também falam coisas explícitas, tanto no rap quanto no funk, e não taxam eles da mesma forma que nós somos julgadas? <strong>O funk também não abraça nós mulheres, é muito mais difícil ver uma mulher falando de um ponto de vista que vai satisfazer ela em primeiro lugar e ser ouvida pelo público masculino. Sempre faço esse questionamento. Parece que a gente está avançando, mas ainda tem muito preconceito na cena.</strong></p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/3W9MfLsTGQ03XaQKhJoe6B?utm_source=generator" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<hr />
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/7p1UjSb2RLvXdP0RdlLhkA?utm_source=generator" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong> Aline Mazzante</p>
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		<title>MC Clandestina e a arte de romper tabus, seja no rap ou funk</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 14:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[MC Clandestina]]></category>

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		<description><![CDATA[Apoie o Rifferama no Catarse Natural de Maringá (PR), Suzi Oliveira, a MC Clandestina, começou a cantar rap em 2012, em Florianópolis, em rodas de freestyle e das batalhas da Alfândega e da Central, no Campeche. Dois anos depois, a artista participou da fundação da Batalha das Minas, uma das primeiras do país. Logo vieram &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmc-clandestina-e-a-arte-de-romper-tabus-seja-no-rap-ou-funk%2F&amp;linkname=MC%20Clandestina%20e%20a%20arte%20de%20romper%20tabus%2C%20seja%20no%20rap%20ou%20funk" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmc-clandestina-e-a-arte-de-romper-tabus-seja-no-rap-ou-funk%2F&amp;linkname=MC%20Clandestina%20e%20a%20arte%20de%20romper%20tabus%2C%20seja%20no%20rap%20ou%20funk" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmc-clandestina-e-a-arte-de-romper-tabus-seja-no-rap-ou-funk%2F&amp;linkname=MC%20Clandestina%20e%20a%20arte%20de%20romper%20tabus%2C%20seja%20no%20rap%20ou%20funk" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmc-clandestina-e-a-arte-de-romper-tabus-seja-no-rap-ou-funk%2F&amp;linkname=MC%20Clandestina%20e%20a%20arte%20de%20romper%20tabus%2C%20seja%20no%20rap%20ou%20funk" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmc-clandestina-e-a-arte-de-romper-tabus-seja-no-rap-ou-funk%2F&amp;linkname=MC%20Clandestina%20e%20a%20arte%20de%20romper%20tabus%2C%20seja%20no%20rap%20ou%20funk" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fmc-clandestina-e-a-arte-de-romper-tabus-seja-no-rap-ou-funk%2F&amp;linkname=MC%20Clandestina%20e%20a%20arte%20de%20romper%20tabus%2C%20seja%20no%20rap%20ou%20funk" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>Apoie o Rifferama no <a href="https://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Catarse</a></p>
<hr />
<p>Natural de Maringá (PR), Suzi Oliveira, a <a href="https://www.instagram.com/clandestinazika/" target="_blank" rel="noopener">MC Clandestina</a>, começou a cantar rap em 2012, em Florianópolis, em rodas de freestyle e das batalhas da Alfândega e da Central, no Campeche. <strong>Dois anos depois, a artista participou da fundação da Batalha das Minas, uma das primeiras do país. Logo vieram a produtora Dissemina e o Trama Feminina, coletivo de poetas e MCs</strong> que revelou e também deu espaço para outras integrantes da cena rap catarinense como MC Versa, Ju Sofer, Gritto e DJ Brum.</p>
<p><strong>Quando decidiu divulgar as suas próprias músicas, na metade de 2018, Clandestina promoveu uma mudança de estilo, abraçando o funk, mas sem perder a veia contestadora que carrega desde as primeiras batalhas de rap.</strong> Até o momento foram sete singles lançados, todos com videoclipe – o último, “Senta e abandona”, saiu em 30 de outubro. Em contato com o Rifferama, Clandestina afirma que cantar sobre a liberdade sexual feminina ainda é um tabu. Como todos artistas independentes, a MC também foi afetada pela pandemia, mas está cheia de planos para o futuro e feliz com a repercussão do seu trabalho.</p>
<p>— Para algumas pessoas ainda é tabu falar sobre sexo e sobre o próprio corpo, principalmente no funk, que não é um estilo aceito em qualquer lugar. Muitas bandas de rock ou artistas de rap têm preconceito. <strong>Foi um lance difícil de entrar (no funk), mas quero mostrar o meu ponto de vista, o meu jeito de olhar os corpos e também as vivências das minhas amigas. Me espelho nelas.</strong> Quero fazer vários sons, mas vou devagar. É muito difícil ter autoconfiança nesse mundo que cobra um certo tipo de comportamento, te cobra padrão, é pesado, mas como todos os artistas, acredito no que faço.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qo5rDt28LmQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong> Raphael Zulianello</p>
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