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	<title>Orquestra Manancial da Alvorada &#8211; Rifferama</title>
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		<title>Curso para artistas debate futuros possíveis em meio ao caos</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 12:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Julian Brzozowski]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Manancial da Alvorada]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Habrok Music, Mini Kalzone e DOBERRO Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse A dificuldade de se imaginar um futuro promissor com base na relação da humanidade com a natureza também é uma questão artística. A crescente produção de obras sobre distopias e apocalipses &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcurso-para-artistas-debate-futuros-possiveis-em-meio-ao-caos%2F&amp;linkname=Curso%20para%20artistas%20debate%20futuros%20poss%C3%ADveis%20em%20meio%20ao%20caos" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcurso-para-artistas-debate-futuros-possiveis-em-meio-ao-caos%2F&amp;linkname=Curso%20para%20artistas%20debate%20futuros%20poss%C3%ADveis%20em%20meio%20ao%20caos" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcurso-para-artistas-debate-futuros-possiveis-em-meio-ao-caos%2F&amp;linkname=Curso%20para%20artistas%20debate%20futuros%20poss%C3%ADveis%20em%20meio%20ao%20caos" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcurso-para-artistas-debate-futuros-possiveis-em-meio-ao-caos%2F&amp;linkname=Curso%20para%20artistas%20debate%20futuros%20poss%C3%ADveis%20em%20meio%20ao%20caos" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcurso-para-artistas-debate-futuros-possiveis-em-meio-ao-caos%2F&amp;linkname=Curso%20para%20artistas%20debate%20futuros%20poss%C3%ADveis%20em%20meio%20ao%20caos" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcurso-para-artistas-debate-futuros-possiveis-em-meio-ao-caos%2F&amp;linkname=Curso%20para%20artistas%20debate%20futuros%20poss%C3%ADveis%20em%20meio%20ao%20caos" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/habrokmusic/" target="_blank" rel="noopener">Habrok Music,</a> <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a> e <a href="https://www.instagram.com/doberro/" target="_blank" rel="noopener">DOBERRO</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>A dificuldade de se imaginar um futuro promissor com base na relação da humanidade com a natureza também é uma questão artística. A crescente produção de obras sobre distopias e apocalipses relacionadas à devastação do ecossistema gera um grande impasse criativo. Esse é o ponto de partida do projeto “Criar futuros, descriar catástrofes: Arte, imaginação e vitalismo ecossistêmico”, de <a href="https://www.instagram.com/julianbrzozowski/" target="_blank" rel="noopener">Julian Alexander Brzozowski</a>. <strong>A partir do dia 9 de fevereiro, o ilustrador profissional, artista plástico, doutor em Literatura e compositor promove quatro oficinas online com o objetivo de estimular o pensamento artístico sobre futuros possíveis e gerar obras que substituam o cinzento do amanhã por alternativas plurais e floridas.</strong> Contemplado pela Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, o curso é gratuito e tem 90 vagas — as inscrições encerram na próxima segunda-feira (7) e devem ser feitas neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSexdDfYqKsYPBRCVwmavFuPzDU9JFJtOaR1xCcLDyMui5osKQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</p>
<p><strong>Natural de Chapecó e radicado em Florianópolis desde 2009, Brzozowski é conhecido por seu trabalho de composição, regência, arranjo e instrumentação na <a href="http://rifferama.com/tag/orquestra-manancial-da-alvorada/">Orquestra Manancial da Alvorada</a></strong>, mas é um multiartista (também é graduado em Cinema). Por toda a sua bagagem artística e filosófica, o ministrante afirma que o curso é direcionado para agentes culturais de todos os segmentos. “Parece algo abrangente demais dizer que vale para qualquer artista, mas da experiência que tenho de outros cursos que ministrei, realmente acredito que consegui destilar o essencial, que vai servir de inspiração para todo mundo”, pondera.</p>
<p><strong>O projeto é dividido em quatro elementos: imagem, linguagem, referências e criação. Os encontros terão em média 2h30 de duração, com conversa e uma parte expositiva baseada em extensa pesquisa acadêmica e artística</strong>, principalmente na sua tese “Filologia Cósmica” (UFSC, 2020), sobre as obras de linguagem desde um ponto de vista cosmológico, no sentido da conectividade da vida. As oficinas terão mediação em libras. Brzozowski informa que será criado um espaço de discussão (fórum virtual), colaboração e avaliação das obras permanente para além do curso.</p>
<p>“A parte expositiva será uma forma de a gente ganhar um vocabulário para pensar enquanto artistas, o que cada um desses termos (imagem, linguagem, referências e criação) quer dizer e as aplicações artísticas que eles podem ter, apresentando o aporte histórico e filosófico que existe para essas questões. A exposição será feita de uma maneira sensível e com apoio visual para estimular os participantes. <strong>Em seguida, a parte criativa acontecerá no Discord, plataforma que vai funcionar independente da minha presença. Mesmo assim, uma vez por semana, pelas quatro semanas seguintes, estarei disponível para trocar ideia sobre projetos e questões dos participantes. A ideia é criar uma comunidade artística, estimular que os participantes formem laços de parceria além da minha supervisão”, explica.</strong></p>
<p><strong>Cronograma Curso (19h às 21h30)</strong></p>
<p><strong>9 de fevereiro –</strong> Primeiro Encontro: Imagens do Mundo<br />
<strong>16 de fevereiro –</strong> Segundo Encontro: Linguagens em Ato<br />
<strong>23 de fevereiro –</strong> Terceiro Encontro: Referencial Ecossistêmico<br />
<strong>3 de março –</strong> Quarto Encontro: Criação dos Futuros</p>
<p><strong>Fórum Discord (19h às 21h30)</strong></p>
<p><strong>9 de março – </strong>Encontro criativo<br />
<strong>16 de março – </strong>Encontro criativo<br />
<strong>23 de março –</strong> Encontro criativo<br />
<strong>30 de março – </strong>Encontro criativo</p>
<p><strong>Foto:</strong> Daniela Mayorca</p>
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		<title>Carolino faz rock baião com sotaque mineiro em &#8220;Carolino&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 13:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carolino]]></category>
		<category><![CDATA[Muñoz]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Manancial da Alvorada]]></category>
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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural da 30 Por Segundo, Habrok Music e Mini Kalzone Contribua Para contar um pouco da história do álbum &#8220;Carolino&#8221;, lançado nesta sexta-feira (11) nas plataformas digitais, precisamos voltar alguns anos no tempo e ir para Uberlândia (MG). Em 2012, o cantor e compositor Guilherme Carolino conheceu os irmãos Samuel e &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcarolino-faz-rock-baiao-com-sotaque-mineiro-em-carolino%2F&amp;linkname=Carolino%20faz%20rock%20bai%C3%A3o%20com%20sotaque%20mineiro%20em%20%E2%80%9CCarolino%E2%80%9D" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcarolino-faz-rock-baiao-com-sotaque-mineiro-em-carolino%2F&amp;linkname=Carolino%20faz%20rock%20bai%C3%A3o%20com%20sotaque%20mineiro%20em%20%E2%80%9CCarolino%E2%80%9D" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcarolino-faz-rock-baiao-com-sotaque-mineiro-em-carolino%2F&amp;linkname=Carolino%20faz%20rock%20bai%C3%A3o%20com%20sotaque%20mineiro%20em%20%E2%80%9CCarolino%E2%80%9D" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcarolino-faz-rock-baiao-com-sotaque-mineiro-em-carolino%2F&amp;linkname=Carolino%20faz%20rock%20bai%C3%A3o%20com%20sotaque%20mineiro%20em%20%E2%80%9CCarolino%E2%80%9D" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcarolino-faz-rock-baiao-com-sotaque-mineiro-em-carolino%2F&amp;linkname=Carolino%20faz%20rock%20bai%C3%A3o%20com%20sotaque%20mineiro%20em%20%E2%80%9CCarolino%E2%80%9D" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fcarolino-faz-rock-baiao-com-sotaque-mineiro-em-carolino%2F&amp;linkname=Carolino%20faz%20rock%20bai%C3%A3o%20com%20sotaque%20mineiro%20em%20%E2%80%9CCarolino%E2%80%9D" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural da <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/habrokmusic/" target="_blank" rel="noopener">Habrok Music</a> e <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a></p>
<p><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua</a></p>
<hr />
<p>Para contar um pouco da história do álbum &#8220;Carolino&#8221;, lançado nesta sexta-feira (11) nas plataformas digitais, precisamos voltar alguns anos no tempo e ir para Uberlândia (MG). Em 2012, o cantor e compositor Guilherme <a href="https://www.instagram.com/carolinooficial" target="_blank" rel="noopener">Carolino</a> conheceu os irmãos Samuel e Mauro Fontoura, que formaram o duo Muñoz e fixaram a banda em Florianópolis. <strong>Carolino, que já tinha morado por aqui, retornou para Santa Catarina e dividiu o teto durante cinco anos com a dupla, que foi fundamental na realização desse projeto:</strong> a ideia de gravar essas composições partiu deles e o trabalho foi produzido em 2019 no estúdio Infrasound Records. A mixagem e masterização é de Braz Torres Neme.</p>
<p><strong>Como o processo de composição, produção e gravação levou dois anos, &#8220;Carolino&#8221; é um álbum que amarra bem as suas influências, que vão da música nordestina à psicodelia dos anos 70. O rock baião com sotaque mineiro, que se transforma às vezes em frevo ou até num bolero, evidencia a qualidade das canções e o talento da banda que o artista conseguiu reunir.</strong> Além de Mauro na guitarra e Samuel na bateria, Carolino (voz e violão) é acompanhado por Chico Abreu no baixo e Fabio Cadore na percussão. O disco, lançado com apoio dos selos Cena Cerrado Brasil e Alcalina Records, tem a participação de Diogo Costa na percussão e Emília Carmona e Karina Akashi nas vozes.</p>
<p>— <strong>Desde sempre tenho uma influência nordestina&#8230; Geraldo Azevedo, Alceu, Moraes, Elomar. Lá em casa a gente sempre foi aplicado a esse tipo de música, sem contar nos clássicos do rock 70. Comecei a fazer as músicas devagarinho, nem sabia que gravaria um disco um dia</strong>, aí tive contato com os meninos do Muñoz. Eles que me encorajaram a fazer isso. É uma longa amizade. Teve uma época que eles estavam ensaiando com o Chico e chamamos ele para fazer parte da banda, ele gostou das músicas e fomos gravando aos poucos, sem pretensão. Não fui procurando, as coisas aconteceram e juntou esse grande time. Foi bem natural.</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/1jScEF7hhKIWiG2AFBDhZt" width="100%" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong> Renan Casarin</p>
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		<title>(Re)Descobertas da quarentena: Julian A. Brzozowski (OQMA)</title>
		<link>https://rifferama.com/redescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 20:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[(Re)Descobertas da quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Manancial da Alvorada]]></category>

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		<description><![CDATA[Apoie o Rifferama no Catarse A quarentena iniciou oficialmente em 17 de março em Santa Catarina e trouxe muitas dificuldades para os trabalhadores da área da cultura no estado. Mas o isolamento social apresentou algumas &#8220;vantagens&#8221;, seja um maior contato com a família ou mais tempo para consumir arte. Pensando nessa segunda opção, o Rifferama &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fredescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma%2F&amp;linkname=%28Re%29Descobertas%20da%20quarentena%3A%20Julian%20A.%20Brzozowski%20%28OQMA%29" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fredescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma%2F&amp;linkname=%28Re%29Descobertas%20da%20quarentena%3A%20Julian%20A.%20Brzozowski%20%28OQMA%29" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fredescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma%2F&amp;linkname=%28Re%29Descobertas%20da%20quarentena%3A%20Julian%20A.%20Brzozowski%20%28OQMA%29" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fredescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma%2F&amp;linkname=%28Re%29Descobertas%20da%20quarentena%3A%20Julian%20A.%20Brzozowski%20%28OQMA%29" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fredescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma%2F&amp;linkname=%28Re%29Descobertas%20da%20quarentena%3A%20Julian%20A.%20Brzozowski%20%28OQMA%29" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fredescobertas-da-quarentena-julian-a-brzozowski-oqma%2F&amp;linkname=%28Re%29Descobertas%20da%20quarentena%3A%20Julian%20A.%20Brzozowski%20%28OQMA%29" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>Apoie o Rifferama no <a href="https://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Catarse</a></p>
<hr />
<p>A quarentena iniciou oficialmente em 17 de março em Santa Catarina e trouxe muitas dificuldades para os trabalhadores da área da cultura no estado. Mas o isolamento social apresentou algumas &#8220;vantagens&#8221;, seja um maior contato com a família ou mais tempo para consumir arte. Pensando nessa segunda opção, <strong>o Rifferama contatou diversos músicos e artistas para descobrir quais sons têm embalado esse período difícil pelo qual todos estamos passando: cada participante revela os três álbuns mais ouvidos durante a quarentena.</strong> O resultado será uma grande playlist com todas as indicações. O convidado desta segunda-feira (29) é o idealizador da genial e louca Orquestra Manancial da Alvorada, Julian A. Brzozowski.</p>
<hr />
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-10304" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/fleet-foxes-crack-up-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/fleet-foxes-crack-up-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/fleet-foxes-crack-up-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/fleet-foxes-crack-up-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/fleet-foxes-crack-up.jpg 700w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Fleet Foxes &#8211; Crack-Up (2017)</strong></p>
<p>Tenho uma profunda admiração autoral por Robin Pecknold e gosto de acompanhar os capítulos da sua criatividade. O <em>debut</em> dos Fleet Foxes tocou uma forte base em folk do meu gosto estético; &#8220;Helplessness&#8221; Blues mostrou como é interessante o resultado de costurar canções pops e composições de estruturas complexas e inusitadas em um mesmo álbum. <strong>Por fim, o último &#8220;Crack-Up&#8221; uniu todos esses elementos de maneira ousada e elegante, em um álbum que propicia uma linda aventura repleta de detalhes e minúcias de produção, como o cantarolar ao ritmo de remadas ao final da faixa de introdução, a breve menção a Mulatu Astatke, o uso muito inteligente de eventuais cordas e sopros.</strong> Tenho me dedicado a digerir e compreender todas as pérolas que esse álbum oferece, que são muitas.</p>
<p><iframe width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: Crack-Up" src="https://open.spotify.com/embed/album/0xtTojp4zfartyGtbFKN3v?si=T6Ep2OqNT0ytMYm53GVBeg"></iframe></p>
<hr />
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-10305" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/arvo-part-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/arvo-part-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/arvo-part-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/arvo-part.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Arvo Pärt, Alea Saxophone Quartet &#8211; Anima (2017)</strong></p>
<p>&#8220;Fratres&#8221; é uma composição que mexe intensamente comigo. O dito de Arvo Pärt que &#8220;o instante e a eternidade estão em conflito dentro de nós&#8221;, ou que somos precisamente a encarnação desse conflito, me faz experienciar uma distensão temporal enorme quando ouço suas músicas. As execuções de seu trabalho são muito variadas, e poderia referenciar inúmeras delas (a de Keith Jarrett, por exemplo), mas o timbre que o quarteto de saxofones traz à sua obra é muito bem vindo. Além de &#8220;Fratres&#8221; e da primeira faixa &#8220;Psalom&#8221;, dou destaque para &#8220;My Heart&#8217;s in the Highlands&#8221;, que é uma peça belíssima. <strong>Sinto que esse álbum suscita tanto calma quanto ponderação, ambos afetos muito propícios para o momento que atravessamos.</strong></p>
<p><iframe width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: Arvo Pärt: Anima" src="https://open.spotify.com/embed/album/0EyNCL3ppHuKAQEJXnuj17?si=eXjrywkNQUSZW6WTVi8Ksw"></iframe></p>
<hr />
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-10306" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/polish-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/polish-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/polish-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/polish-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2020/06/polish.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Mazowsze &#8211; The Polish Song and Dance Ensemble Vol. 1 (1976)</strong></p>
<p><strong>Mazowsze, o conjunto de músicas e danças tradicionais polonesas constituído durante o período comunista do país com o intuito de preservar suas raízes culturais, é bastante nostálgico para mim: todo Natal em minha casa colocávamos seu disco das <em>kolędy</em> (canções natalinas).</strong> Nomeei esse álbum pois foi o que ouvi enquanto cozinhava, pela primeira vez em toda minha vida, um prato típico polonês que está no pódio das minhas receitas favoritas: bigos, um ensopado de repolho com carne de porco e mil outros temperos. Foi um turbilhão geracional que a quarentena catalisou, me senti recebendo algo muito importante de meu passado histórico e incorporando-o aos meus conhecimentos. Esse álbum também conta com a música &#8220;Dwa Serduszka&#8221;, que se tornou o tema principal do filme &#8220;Guerra Fria&#8221;, longa polonês que aborda o período comunista através da consolidação do Mazowsze, ali ficcionalizado como Mazurka. Assisti com meu irmão quando saiu no cinema e foi um momento importante para nós dois, como um vislumbre do que nosso pai viveu antes de buscar refúgio no Brasil nos anos 80. Sinto que todas essas reflexões têm tido um espaço importante no novo tempo que nos foi dado à força pelas circunstâncias atuais do mundo, dentro do qual podemos descobrir muitos tempos: o tempo que um pão leva para assar, o tempo que amigos levam para se reencontrar, o tempo que uma receita leva para ser ensinada e aprendida.</p>
<p><iframe width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: The Polish Song and Dance Ensemble Vol. 1" src="https://open.spotify.com/embed/album/20xkk1dh0pAsUJmHtkSvSj?si=8jYzHwbaR1q5bdVq28cDcg"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong> Nefhar Borck</p>
<hr />
<p><strong>Bônus: </strong>Orquestra Manancial da Alvorada + Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (Ao vivo na Semana do Rock Catarinense de 2018)</p>
<p><iframe width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: Oqma + Ossca (Ao Vivo)" src="https://open.spotify.com/embed/album/19k6Kg4D0jrRuwk4d20lPG?si=5XY6RvhETMGLEveBtaXedQ"></iframe></p>
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		<title>OQMA + OSSCA: pluralidade atemporal para conectar gerações*</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 19:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Manancial da Alvorada]]></category>
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		<description><![CDATA[Apoie o Rifferama no Catarse *por Raphael Günther Buscarei nessa resenha deixar algum pensamento especial para você leitor, certamente fã de música. Se não for, talvez seja um bom começo. Porque aqui falamos sobre uma música que agrega, conecta, transcende. O álbum OQMA + OSSCA (Ao Vivo) foi gravado ao vivo durante a 6ª Semana &#8230;]]></description>
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<hr />
<p>*por Raphael Günther</p>
<p>Buscarei nessa resenha deixar algum pensamento especial para você leitor, certamente fã de música. Se não for, talvez seja um bom começo. <strong>Porque aqui falamos sobre uma música que agrega, conecta, transcende.</strong></p>
<p>O álbum OQMA + OSSCA (Ao Vivo) foi gravado ao vivo durante a 6ª Semana do Rock Catarinense, em performance conjunta da <a href="https://www.facebook.com/orquestramanancialdaalvorada/" target="_blank" rel="noopener">Orquestra Manancial da Alvorada</a> com a <a href="https://www.facebook.com/orquestraossca/" target="_blank" rel="noopener">Orquestra Sinfônica de Santa Catarina</a>. <strong>Proposta grandiosa. As obras executadas por 23 instrumentistas são composição do jovem maestro Julian Alexander Brzozowski, de apenas 28 anos. Aliás&#8230; Pode chamar de maestro?</strong> Parece status de gente com mais idade, né? Bobeira nossa. E novos tempos na música. Teria sido assim com Beethoven, Mozart? Sem comparar, mas já comparando. Precisamos sempre pensar sobre.</p>
<p>A música é de <em><span style="font-weight: 400;">big band</span></em><span style="font-weight: 400;">, e não há destaque para um instrumento em especial. Tudo faz parte. Claro, é música de orquestra. Mas é tão roqueiro. Uma linda harmonização de conceitos musicais. <strong>Explorando as dinâmicas ricas de orquestra, temos sopro, cordas, percussão e voz embalando MPB, folk, jazz, choro, baião, clássico e progressivo, entre outros subgêneros, do brega ao requintado, sem arestas.</strong></span></p>
<p>São aproximadamente 27 minutos de audição. Separar por faixa é perder o conjunto. Aquela “sensação de girassol procurando o sol”, do roqueiro que ouve a flauta no Jethro Tull pela primeira vez, é sempre presente. Fiquei curioso pra saber como se sentiria João Gilberto ao ouvir o álbum. A performance dos músicos é excelente. Bem ensaiados. Bem regidos (são duas orquestras, não esqueçamos). <strong>A gravação é muito boa também. Limpa, equilibrada. Ao vivo não se tem muito controle, mas aqui funciona.</strong></p>
<p>Nas inserções de voz podemos imaginar Frank Zappa, com seu humor complexo, portando-se como um circense mambembe, apresentando seu espetáculo num traje de Chacrinha. Os nomes de algumas faixas são uma boa referência (“Romaria in Roraima” e “Penne da Crypta”, por exemplo). <strong>A OQMA se posiciona como um tecelão de gêneros musicais, que tece sua colcha de retalhos com uma pluralidade cultural que estampa “Brasil” entre seus pedacinhos.</strong></p>
<blockquote><p>Traço aqui um paralelo com a americana Snarky Puppy, pois cada uma em seu respectivo universo, são representantes de uma vertente mundial de bandas viajantes do tempo, que conectam gerações ao trazerem música “de ontem” para os jovens, ao mostrarem para os reconhecidos músicos mais velhos que o jovens inexperientes podem fazer música boa, ao ensinar que rotular estilos é segregar as pessoas, e não é pra segregar que fazemos música.</p></blockquote>
<p>A riqueza está na pluralidade musical, num sentido bem amplo. E quanta riqueza! O ponto questionável do álbum são as inserções faladas. Tenho certeza que ao vivo funcionou muito bem, agregando à performance. Mas apenas ouvindo, acabam catalisando a sequência musical. <strong>Vida longa a essas duas orquestras. Que possam renovar a inspiração musical de gerações e gerações.</strong></p>
<p><iframe width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: Oqma + Ossca (Ao Vivo)" src="https://open.spotify.com/embed/album/19k6Kg4D0jrRuwk4d20lPG?si=fbcWVBgnR4mQEMURi3gCPw"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong> Márcio Henrique Martins/FCC</p>
<p>*Raphael Günther é fotógrafo, professor universitário e guitarrista da Inverted Colors</p>
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		<title>Os melhores EPs lançados em Santa Catarina em 2019</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 23:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ouça a playlist exclusiva com os melhores lançamentos de 2019 Angelo Bracht — Pyram O guitarrista Angelo Bracht, de Joinville, decidiu gravar um trabalho solo para explorar as suas principais influências nas seis cordas. As composições em “Pyram” são bastante diferentes entre si e em nada lembram o som que o músico faz com o &#8230;]]></description>
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<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9955" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-1-angelo-bracht-pyram-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-1-angelo-bracht-pyram-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-1-angelo-bracht-pyram-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-1-angelo-bracht-pyram-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-1-angelo-bracht-pyram.jpg 700w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Angelo Bracht — Pyram</strong></p>
<p>O guitarrista Angelo Bracht, de Joinville, decidiu gravar um trabalho solo para explorar as suas principais influências nas seis cordas. As composições em <a href="https://open.spotify.com/album/7xUeL3oVK4fHopD23KLkCI?si=NeKTPLsMQ428i0FY9fX85w" target="_blank" rel="noopener">“Pyram”</a> são bastante diferentes entre si e em nada lembram o som que o músico faz com o Arataca Stoned Farmers, quarteto de stoner rock. <strong>São quatro faixas instrumentais, que remetem a nomes como Guthrie Govan, Richie Kotzen e Andy Timmons</strong>. Os destaques são “Soul Trader”, com participação do vocalista Antonio Mota, numa vibe Joe Bonamassa, e a melodiosa “Smoke”. “Pyram” é viciante.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9956" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-2-bryan-behr-ep-2019-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-2-bryan-behr-ep-2019-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-2-bryan-behr-ep-2019-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-2-bryan-behr-ep-2019-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-2-bryan-behr-ep-2019.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Bryan Behr — EP 2019</strong></p>
<p>Bryan Behr vai se lembrar com carinho de 2019. Que ano. <strong>De contrato assinado com a Universal Music Brasil, o compositor brusquense lançou <a href="https://open.spotify.com/album/1r24hkSFdKvFWRy7t5Nupd?si=E7qhtGwSQ-yH-9DtIV28sQ" target="_blank" rel="noopener">“EP 2019”</a> e na mesma semana se apresentou no programa “Só toca top”, da TV Globo</strong>. O material foi gravado no estúdio Nave 33, no Rio de Janeiro (RJ), e a produção caprichada de Juliano Cortuah e Fernando Lobo deixou o som de Behr grande, comercial, pronto para entrar nas paradas de sucesso – até então o artista só tinha disponibilizado as suas canções em formato acústico. Com talento e suporte, o céu é o limite.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9957" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-3-isfet-mayest-thou-wander-aimlessly-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Isfet — Mayest Thou Wander Aimlessly</strong></p>
<p>A Isfet é um diamante bruto do metal catarinense. <a href="https://open.spotify.com/album/4LSs4wAcm17nntxuYEQogN?si=or7_-AMsQkeD7KhnSKbAYQ" target="_blank" rel="noopener">“Mayest Thou Wander Aimlessly”</a>, segundo EP do grupo, que também tem um álbum lançado, consiste em uma música de dez minutos dividida em três partes: “Eloquent as an Arrow”; “The Decaying Mirage Said: Introduce Thyself!”; “The Wordless Sermon”. <strong>A Isfet faz um som bastante técnico, com vocais angustiantes, passagens acústicas e aquele clima melancólico que só o black metal transmite</strong>. O encerramento, com uma belíssima introdução no piano seguida por riffs ferozes, é o ponto alto do material.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9958" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-4-jesus-luhcas-bicho-solto-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-4-jesus-luhcas-bicho-solto-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-4-jesus-luhcas-bicho-solto-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-4-jesus-luhcas-bicho-solto-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-4-jesus-luhcas-bicho-solto.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Jesus Luhcas — Bicho solto</strong></p>
<p>Maranhense radicado em Joinville, o cantor e compositor Jesus Luhcas parece ter encontrado a sua verdade em <a href="https://open.spotify.com/album/5hxqgcH34ZphCOPtZdKU0W?si=rM35Z4H7RlmG_vFlwYJbcA" target="_blank" rel="noopener">“Bicho solto”</a>. As seis faixas do EP, que pode ser classificado como MPB, apresentam diversas nuances e flertam com outros estilos como o samba, o rock, a música eletrônica e o rap. A balada folk “Moços e moças” traz um dueto com a vocalista da Napkin, Natana Alvarenga, cantando pela primeira vez em português.<strong> Com letras bastante pessoais, “Bicho solto” é um trabalho maduro, bem acabado e que representa a diversidade musical dos nossos artistas.</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9959" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-5-joana-castanheira-para-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-5-joana-castanheira-para-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-5-joana-castanheira-para-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-5-joana-castanheira-para-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-5-joana-castanheira-para.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Joana Castanheira — Para</strong></p>
<p>Quem esperava que a cantora Joana Castanheira desse sequência ao pop refinado do single “Travo”, gravado em 2018, deve ter se surpreendido com a pegada voz e violão de <a href="https://open.spotify.com/album/4p1RcwSk8LU0a4BRIJ7AgQ?si=AF4uRPwxQYe9sTwQMN1mQg" target="_blank" rel="noopener">“Para”</a>. <strong>Intimista, dramático, sofrido, o EP, produzido por Pedro Altério (5 a Seco) traz ao mundo as cartas que Joana escreveu e nunca teve coragem de enviar</strong>. Integrante do The Voice 2016, a cantora vem construindo uma carreira sólida e 2019 foi um ano de muito trabalho – além de dez lançamentos com o Nossa Toca, a artista participou do disco do Semserteza.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9960" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-6-menage-a-esperana-a-nica-que-morre-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-6-menage-a-esperana-a-nica-que-morre-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-6-menage-a-esperana-a-nica-que-morre-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-6-menage-a-esperana-a-nica-que-morre-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-6-menage-a-esperana-a-nica-que-morre.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Menage — A esperança é a única que morre</strong></p>
<p><strong>A Menage é mais um bom exemplo da nova safra de bandas de rock de Florianópolis</strong>. O trio, que conta com músicos experientes, com passagens por bandas como Somato, Napkin e Petit Mort, faz um som direto, com a dose certa de peso. A baixista Michelle “Michu” Mendez se juntou a Bruno Andrade (voz e guitarra) e Mariel Maciel (bateria) no meio do processo que originou <a href="https://open.spotify.com/album/2jeBjq0ItbYHFA4eYLlAX2?si=U4ys8vJETcemF9WM9Gj9Lg" target="_blank" rel="noopener">“A esperança é a única que morre”</a>. O EP tem as participações de Natália Noronha (Plutão Já Foi Planeta) em “Countdown” e Felipe Machado (ex-Magnólia) em “Ex-Machina”.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9961" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-7-mfce-ext-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-7-mfce-ext-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-7-mfce-ext-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-7-mfce-ext-768x768.jpg 768w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-7-mfce-ext-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-7-mfce-ext.jpg 1200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Modernas Ferramentas Científicas de Exploração — EXT</strong></p>
<p>O Modernas Ferramentas Científicas de Exploração faz música eletrônica “cabeça”. O segundo registro do grupo, <a href="https://open.spotify.com/album/4eiIE91JHeCtXDIHbvuvxZ?si=juuz07IFTuaE2uTwmvGb0A" target="_blank" rel="noopener">“EXT”</a>, marca o retorno de Leonardo Travassos (baixo e guitarra) ao MFCE, que agora é um trio, com Yusanã Mignoni (teclados e programação) e o guitarrista Daniel Postal. <strong>Mais eletrônico e orgânico, o EP vai do house ao dubstep, mas o clima chillout é uma constante nesse trabalho</strong>, que tem os mesmos 25 minutos do álbum “MCFE1”, mas com seis músicas a menos (quatro x dez). Um dos projetos mais interessantes da atualidade em Santa Catarina.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9962" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-8-orquestra-manancial-da-alvorada-encontro-na-mata-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-8-orquestra-manancial-da-alvorada-encontro-na-mata-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-8-orquestra-manancial-da-alvorada-encontro-na-mata-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-8-orquestra-manancial-da-alvorada-encontro-na-mata-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-8-orquestra-manancial-da-alvorada-encontro-na-mata.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Orquestra Manancial da Alvorada — Encontro na mata</strong></p>
<p><strong>A partir de 2020, a Orquestra Manancial da Alvorada será hors-concours. Ou seja, não será mais citada em qualquer lista do Rifferama</strong>. O nível de composição e execução que Julian Brzozowski (voz, violão e saxofone) e sua trupe chegaram é algo sem precedentes no estado. Em <a href="https://open.spotify.com/album/2UfXYdbaoaBynmASfaglv5?si=9xCB6rj5Tpm3iLO7854dzA" target="_blank" rel="noopener">“Encontro na mata”</a>, EP audiovisual dirigido por Antonio Rossa e que teve captação de áudio, mixagem e masterização de Rafael Pfleger (baixo), a OQMA incorporou os músicos Herlene Mattos (violoncelo), Lucas Madeira (flauta) e Marcio Bicaco (vibrafone e pandeiro) e ainda trouxe de volta o acordeonista Charles Kobarg. O resultado não poderia ser outro. Genial.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9963" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-9-reis-do-nada-luccas-carlos-reis-do-nada-luccas-carlos-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-9-reis-do-nada-luccas-carlos-reis-do-nada-luccas-carlos-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-9-reis-do-nada-luccas-carlos-reis-do-nada-luccas-carlos-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-9-reis-do-nada-luccas-carlos-reis-do-nada-luccas-carlos-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-9-reis-do-nada-luccas-carlos-reis-do-nada-luccas-carlos.jpg 640w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Reis do Nada &amp; Luccas Carlos — Reis do Nada &amp; Luccas Carlos</strong></p>
<p>A dupla de músicos e produtores Laurinho Linhares e Ph Collaço uniu forças com o carioca Luccas Carlos, um dos nomes mais populares do rap nacional, para um <a href="https://open.spotify.com/album/5FrFU6MZImpHXJk8fasZv8?si=pSRW_8rbR9y3OqyaNC60mg" target="_blank" rel="noopener">EP colaborativo</a>. As gravações tiveram a participação de músicos conhecidos da cena catarinense, como Diego Carqueja (ex-Sociedade Soul) nas teclas, Hique D’Ávila (Stormental) na mixagem e Hemerson Calandrini no trombone. <strong>O som não foge do R&amp;B/Neo Soul característico dos Reis do Nada, com bastante groove, beats criativos e letras românticas</strong>. A parceria com Luccas Carlos, que começou em 2016, deve render novos voos ao duo, que está em alta.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9964" src="http://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-10-s-pedro-banda-lquida-outro-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-10-s-pedro-banda-lquida-outro-150x150.jpg 150w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-10-s-pedro-banda-lquida-outro-300x300.jpg 300w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-10-s-pedro-banda-lquida-outro-610x610.jpg 610w, https://rifferama.com/wp-content/uploads/2019/12/ep-10-s-pedro-banda-lquida-outro.jpg 696w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Sá Pedro &amp; Banda Líquida — Outro</strong></p>
<p>O cantor e compositor Sá Pedro gravou o seu primeiro EP aos 42 anos. <a href="https://open.spotify.com/album/4acHglw0zs3hhH2ekPs83C?si=9aPmIuVMRXCErL0SMfgZPA" target="_blank" rel="noopener">“Outro”</a> traz canções escritas desde a década de 90, com letras escritas por Pedro Marques, pelos dois e por Sá Pedro. A Banda Líquida é nada mais nada menos que Arthur Boscato (baixo, guitarra e violão), Vinícius Lole (acordeon) e Filipe Maliska (bateria), do Entrevero Instrumental. <strong>Esse encontro, somado à produção do igualmente monstro Júlio Miotto gerou um trabalho estranho e inclassificável</strong>. Destaque para “Dona Urtiga” e sua bateria quebrada, com a guitarra e o acordeon fritando juntos. Uma porrada na mente.</p>
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