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	<title>Red Razor &#8211; Rifferama</title>
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	<description>O portal da música catarinense</description>
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		<title>Organizador do Abril Pro Rock confirma Red Razor para 2020*</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 13:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional/Internacional]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Forganizador-do-abril-pro-rock-confirma-red-razor-para-2020%2F&amp;linkname=Organizador%20do%20Abril%20Pro%20Rock%20confirma%20Red%20Razor%20para%202020%2A" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Forganizador-do-abril-pro-rock-confirma-red-razor-para-2020%2F&amp;linkname=Organizador%20do%20Abril%20Pro%20Rock%20confirma%20Red%20Razor%20para%202020%2A" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Forganizador-do-abril-pro-rock-confirma-red-razor-para-2020%2F&amp;linkname=Organizador%20do%20Abril%20Pro%20Rock%20confirma%20Red%20Razor%20para%202020%2A" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Forganizador-do-abril-pro-rock-confirma-red-razor-para-2020%2F&amp;linkname=Organizador%20do%20Abril%20Pro%20Rock%20confirma%20Red%20Razor%20para%202020%2A" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Forganizador-do-abril-pro-rock-confirma-red-razor-para-2020%2F&amp;linkname=Organizador%20do%20Abril%20Pro%20Rock%20confirma%20Red%20Razor%20para%202020%2A" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Forganizador-do-abril-pro-rock-confirma-red-razor-para-2020%2F&amp;linkname=Organizador%20do%20Abril%20Pro%20Rock%20confirma%20Red%20Razor%20para%202020%2A" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>*por Marcos Espíndola</p>
<p>Senta aí que lá vem papo e dos bons. Por isso, não cabe aqui desatar uma cantilena de argumentações neste abre para introduzirmos ao universo do presente entrevistado: Paulo André Moraes Pires. <strong>Ou simplesmente e totalmente Paulo André, uma entidade da música nacional, criador do festival <a href="https://www.facebook.com/festivalabrilprorock/" target="_blank" rel="noopener">Abril Pro Rock</a>, de Recife, um dos caranguejos com cérebros e motores do movimento Manguebeat</strong>, que sacodiu o Brasil naqueles efervescentes anos 1990 e nos apresentou Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, Devotos e toda a sorte de mudanças estéticas, artísticas e culturais que vieram no pacote daquela “virada de mesa”.</p>
<p><strong>O primeiro contato com Santa Catarina foi em 1998, quando levou para o Abril Pro Rock a banda Stonkas e Congas, de Florianópolis</strong>. Anos depois passou perto, pela BR-101 quando levava uma banda para tocar em Porto Alegre. Só sentiu a vibração do solo neste ano, mais precisamente agora em setembro, quando veio a convite do Festival de Música de Itajaí e numa breve pernada em Florianópolis para o lançamento do <a href="https://www.facebook.com/tumsoundfestival/" target="_blank" rel="noopener">TUM Sound Festival</a> – que também se fará presente em outubro para participar de painel e das rodadas de negócios.</p>
<p>Se disse muito feliz por chegar no momento certo, de efervescência do cenário da música brasileira (“É a melhor resposta que a música brasileira poderia dar a essa situação de vergonha internacional ao qual o Brasil está passando”), dos festivais e especialmente em Santa Catarina – “eu vejo aqui aquele mesmo sentimento de virada de mesa que eu vivi nos anos 90 lá em Pernambuco”. Querido, simples e sem meias-palavras, <strong>Paulo André conversou sobre muita coisa: mercado, resistência, conexões, cena musical e até nos presenteou com uma boa nova: a escalação da banda metaleira <a href="https://www.facebook.com/RedRazorThrashMetal/" target="_blank" rel="noopener">Red Razor</a>, de Floripa, para a 28ª edição do Abril Pro Rock, em 2020</strong>. Depois de sete anos (Somato tocou em 2012), Santa Catarina se fará presente naquele palco cobiçado, mas com o devido barulho e responsa: “eles são a nossa aposta!”.</p>
<p>Muito foi dito por ele para o deleite de vocês. E muito já nos estendemos por aqui. Fica o registro do agradecimento à <strong>parceria entre o <a href="https://tumsoundfestival.com.br/5224-2/?fbclid=IwAR2IC0ahYguRH13Br3cAEqsZPP_PKnZin5pznZBvO9qWgBG0P0pBm71CLLY" target="_blank" rel="noopener">site TUM Sound Festival</a> e o portal Rifferama</strong> na publicação desta entrevista porrada, véio!</p>
<p><b>Marcos Espíndola – </b>Quando se fala em música de Santa Catarina quais as tuas impressões? O que chega até você?</p>
<p><b>Paulo André –</b> Cara! Para ser muito honesto, em 1998, a gente levou os Stonkas e Congas (banda de reggae de Florianópolis) para o Abril Pro Rock. <strong>O que sempre se ouvia falar em Santa Catarina era o Dazaranha e parecia que não havia vida depois deles – com todo o respeito à banda, uma banda daqui que conseguiu se projetar para fora.</strong> Mas cara, eu estou muito impressionado que eu estou em Itajaí, no festival de música da cidade que acontece há mais de 20 anos. Eu dei uma oficina lá e fiquei impressionado com o interesse de um público em se tornar produtor, empreendedores da música, e fico muito feliz também em ver uma conferência como o TUM. Porque essas conferências são basicamente as pessoas certas, no lugar certo, na hora certa. Eu divido a música em duas: a que paga jabá e a que não paga jabá. A gente tá falando aqui de uma música brasileira que não paga jabá, mas ao mesmo tempo ela é reconhecida no mundo inteiro! Neste momento, no mês setembro, nas paradas de world music da Europa, que é a World Music Charts Europe, tem três artistas brasileiros entre os mais tocados: a Dona Onete, do Pará, é a número 1, a cantora baiana Luna está em décimo lugar e uma coletânea de músicas do Pará chamada Jambu (E Os Míticos Sons da Amazônia) em décimo-quarto lugar. É a melhor resposta que a música brasileira poderia dar a essa situação de vergonha internacional ao qual o Brasil está passando.</p>
<p><b>Marcos Espíndola – </b>Então, já que você citou a questão dessas conferências de música, que é também é um fato novo que se consolida neste momento no cenário musical do país. Como você enxerga esse protagonismo?</p>
<p><b>Paulo André –</b> O objetivo dessas conferências é basicamente conectar. Eu estava em Itajaí e lá encontrei a Ivanna (Tolotti, idealizadora do TUM Sound Festival) e quando ela me convidou para vir (no lançamento do TUM, ocorrido em 3 de setembro) eu disse “faço questão de ir, eu estou aqui para isso, para trabalhar, e o que eu puder fazer para ajudar conte comigo”. Na ocasião eu conheci a moçada da TerrAvista (banda de Itajaí), e que nunca tinha tocado em Floripa. Aí eu disse: “vocês têm que ir, nem que seja um de vocês” e acabei trazendo a banda quase inteira. <strong>Eu havia passado quatro horas com eles dando uma consultoria, falando sobre o mercado e eu disse que eles tinham que ir para o TUM, mesmo que vocês não toquem na conferência. Não vão tocar nesse ano, mas tocam no ano que vem.</strong></p>
<p>Eu faço parte da cena musical dos anos 90 de Pernambuco e assim se faz a construção de uma cena: com união, com diversidade, mas principalmente trazendo os atores nacionais e internacionais para ver nessa cidade linda e maravilhosa a música que é produzida aqui. Infelizmente o Brasil não usa a música como um vetor de atração turística. Florianópolis é um destino turístico impressionante, aparece na mídia nacional, mas sempre naquele clichê: a ponte (Hercílio Luz), as praias, as mulheres lindas. Mas nesta minha vinda a Florianópolis eu estou com um sentimento de virada de mesa, com o Festival de Música de Itajaí e agora o TUM trazendo essa galera. Eu nunca tinha vindo a Florianópolis, conheço quase 600 cidades no mundo. Eu passei por aqui de ônibus com uma banda indo para Porto Alegre. Nem paramos e agora eu venho para uma conferência, participar de rodadas de negócios, ver shows e viver a cidade durante três, quatro dias, cara. <strong>Eu fico muito feliz porque o Brasil é grande e diverso e Santa Catarina não merece esse certo isolamento que acontecia. O meu sentimento é que o TUM veio para quebrar e diminuir essa distância</strong>.</p>
<p><b>Nisso a citação aos “caranguejos com cérebros e a antena parabólica enfiada na lama” do manifesto Manguebeat, lá atrás, soa profético, não?</b></p>
<p><b>Marcos Espíndola – </b>E a tua expectativa com o TUM?</p>
<p><b>Paulo André &#8211;</b> O Fernando, da Casa da Música (complexo cultural público sediado na cidade do Porto, em Portugal, e que se estará presente no TUM Sound Festival), que é muito meu amigo, tô feliz em encontra-lo aqui e não vejo a hora de voltar a Florianópolis. Conheci os meninos do TerrAvista e perguntei se eles já haviam tocado em Florianópolis. Eles disseram que não. Eu disse “cara, o meu brother (Guilherme) Zimmer é sócio de uma casa (Jazzin) e a Ivanna está fazendo essa conferência”, então eu os apresentei. Eu vim do Recife para conectar os catarinenses, no bom sentido! Eu disse que eles têm que ir, se inscrever nas rodadas de negócios. Se não der para tocar, tem que marcar presença. E aí eu citei o post de um amigo meu baiano, o Rogério Big Brother que faz o festival Big Bands em Salvador e que é da minha geração. O festival dele acontece em alguns finais de semana diferente e ele postou algo assim: “nenhuma das bandas da cidade (Salvador) que se propuseram a tocar apareceram na primeira noite. É bom saber, porque vão continuar não tocando”. <strong>Então uma cena é feita da interação entre as pessoas, delas se unirem e se frequentarem. Não só na música. Não adianta tu teres uma banda, tu tens que conhecer os diretores de audiovisual, os grupos de dança e artes cênicas, porque todos eles precisam da música.</strong> Falo por experiência própria, a gente precisa chutar o pau (da barraca), virar a mesa para que a coisa comece.</p>
<p><strong>A minha percepção nesses dias que eu passei aqui (Itajaí e Florianópolis) é que há uma cena. Todas as noites eu tô indo no Mercado Público de Itajaí ver músicos incríveis</strong>. O que é que uma faculdade de música não faz em termos de formação, não é? Mas não adianta só tu formar e ter músicos incríveis se a galera não consegue sair. Aí entra o papel de uma conferência de música, a importância de um TUM em fazer a conexão com os brasileiros e com os internacionais. E eu não tenho dúvidas de que eu vou viver grandes dias aqui agora no início de outubro.</p>
<p><b>Marcos Espíndola – </b>E sobre o Abril Pro Rock. Como é que você o vê hoje e qual o caminho que o festival trilhará daqui para frente?</p>
<p><b>Paulo André </b> – Cara, a gente ainda não divulgou nenhuma banda do Abril Pro Rock de 2020. A gente sempre teve um dia dedicado ao rock pesado. <strong>Dentro do universo da música pop o público do metal, do punk e do hardcore é o mais fiel. Ele não só compra o ingresso pro show, mas ele compra a camiseta, o vinil, o adesivo. Ele veste a camisa, ele paga ingresso e sai de longe para ver as bandas.</strong> Então a gente investiu em atrações internacionais de pequeno e médio porte e a gente consegue ter público de mais de 50 cidades do Nordeste que gastariam muito mais para ver a banda dos sonhos aqui no Sul e Sudeste, onde as bandas transitam mais, né? Então a gente acabou pegando essa veia desse público que é o nosso público mais fiel e assim a gente movimenta a região Nordeste.</p>
<p><strong>Então eu vou soltar para você em primeira mão que a primeira banda confirmada para o Abril Pro Rock 2020, que é a nossa 28ª edição, é uma banda catarinense de thrash metal chamada Red Razor, de Florianópolis</strong>. O Alcides, meu parceiro e curador e que tem um selo, me falou sobre uma banda catarinense de thrash metal que está planejando uma turnê pelo Nordeste em novembro e me enviou uns links de discos e apresentações ao vivo. E se o festival se interessar pelo show deles eles adiariam a turnê para abril do ano que vem. E eles serão uma das nossas apostas para 2020. O importante é que está todo mundo aí produzindo.</p>
<p><b>Marcos Espíndola – </b>Dias atrás, a banda Devotos (ex-Devotos do Ódio) foi homenageada na Assembleia Legislativa de Pernambuco pelos seus 30 anos de história. Um reconhecimento que emociona e remete a toda essa luta que vem lá dos anos 1990 e que também me fez lembrar do Chico Science e a falta que ele faz.</p>
<p><b>Paulo André –</b> Eu lamento muito, tenho muitas saudades do Chico, não só como artista, mas como amigo. Ele era um cara que poderia contribuir muito para a música brasileira lá fora. A gente ia para a nossa primeira turnê do Chico Science e Nação Zumbi em 1995, quando o mundo inteiro ainda tinha uma percepção que o Brasil era samba, MPB e bossa nova. E a gente foi para lá com uma música que era inclassificável: era o maracatu, o coco de roda e a ciranda reprocessadas com as influências do pop, que o Chico tinha essa sacada. <strong>Mas o Otto taí, o Mundo Livre tá aí – que em 2009 fez seu primeiro show em Florianópolis, no John Bull Pub. Eu não pude vir, mas fiquei super feliz de abrir o mercado catarinense para uma banda que eu trabalhava</strong>. Eu não tenho o perfil de trabalhar com bandas tão comerciais pagadoras de “jabás”. Eu prefiro trabalhar com aquelas com trabalho autoral, que militam, mas que tenham também um potencial internacional.</p>
<p><strong>Eu fico muito feliz de ver, por exemplo, um grupo de moças percussivas (se refere à grupo catarinense Cores de Aidê) e principalmente desse tema da diversidade, de estarmos juntos.</strong> Essa temática da diversidade nós levamos esse ano para o Abril Pro Rock que teve uma noite só feminina, com a Pussy Riot da Rússia, a Letrux, o Coco de Umbigada, as meninas da Arrete, 808 Crew que trouxeram o RAP da periferia, com um discurso feminista. A gente tem que acolher, cara, tem que acreditar nesse pessoal. Eu sou de uma geração que virou a mesa de duas comunidades: Peixinhos, da periferia de Olinda, de onde vem a galera da Nação Zumbi, e Alto do Zé do Pinho, do Recife, de onde Devotos, Faces do Subúrbio, Maracatu Nação Estrela Brilhante, entre outros. Até o iniciozinho dos anos 1990 você só ouvia falar dessas comunidades em programas policiais, sempre associadas à violência. Essa virada de mesa veio com a cultura. Essas comunidades passaram a ser reconhecidas como berços de cultura. E não só isso, mas aparecendo nacionalmente na televisão. A MTV foi para Peixinhos e Alto do Zé do Pinho, a Band também foi, e a comunidade começou a ver.</p>
<p>Você citou esse episódio da Assembleia Legislativa de Pernambuco celebrando os 30 anos dos Devotos e eu digo para o Canibal (vocalista e fundador da banda) que ele é um líder comunitário nato. Ele não precisa ser eleito pela comunidade. Ele já é um cara que leva o nome da comunidade para o Brasil inteiro. Cara, o Brasil conheceu Peixinhos e o Alto Zé do Pinho por causa da música. <strong>E aí traçando esse paralelo com Santa Catarina eu vejo um momento da gente se juntar. Nesse momento político adverso do país é um momento para a gente resistir, para a gente produzir, justamente em um momento com mais festivais nesse país</strong>. Eu venho de uma geração que tinha essas bandas que eu citei, especialmente o Chico Science e Nação Zumbi, que não gozava nem de um calendário e muito menos de um circuito de festivais independentes no Brasil. Hoje temos um calendário e um circuito de festivais em todo o país.</p>
<p><strong>Foto:</strong> Jorge Scherer</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BrOgfxTzLE4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>*Marcos Espíndola é jornalista, foi titular da Contracapa, no Diário Catarinense, e é uma das grandes inspirações para a criação do Rifferama</p>
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		<title>Cervejas, protesto e violência: o novo álbum da Red Razor*</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 13:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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<p>No último final de semana, recebi em mãos um exemplar do novo disco da <a href="https://www.facebook.com/RedRazorThrashMetal/" target="_blank" rel="noopener">Red Razor</a>, de Florianópolis, intitulado &#8220;The Revolution Continues&#8221;. A capa, assinada pelo renomado artista Andrei Bouzikov (autor de artes para bandas como Municipal Waste, Dust Bolt e Nervosa, por exemplo), <strong>mostra uma cena de protesto em vias de conflito e o símbolo da cidade escolhido dessa vez foi o Mercado Público, localizado no Centro Histórico</strong>. Novamente, a produção ficou a cargo de Alexei Leão, do AML Estúdio.</p>
<p>No que tange à sonoridade, comparado ao lançamento anterior (<a href="http://rifferama.com/red-razor-thrash-metal-de-verdade/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;Beer Revolution&#8221;</a>, de 2015), &#8220;The Revolution Continues&#8221; apresenta uma Red Razor mais feroz, transparecendo nesse sentido um pouco mais a influência do thrash alemão. Estilos thrashers norte-americanos continuam presentes (de São Francisco e Los Angeles, principalmente; mas o de Nova Iorque também vem com tudo, imprimindo sua marca em várias faixas) e se misturam bem nessa nova pegada da banda. O vocal está mais cavernoso e a parte instrumental, no geral, mais rápida. Outra novidade é a utilização de blast beats, os quais contribuíram para esse resultado mais agressivo. <strong>Ainda sobre a parte instrumental, destacam-se as linhas de contrabaixo estourando no alto-falante e os solos de guitarra mais concisos, porém, mantendo a técnica, o que casou muito bem com essa concepção de músicas mais frenéticas.</strong></p>
<p>As letras, por sua vez, seguem bem variadas. Da exaltação à produção cervejeira artesanal (&#8220;The Revolution Continues&#8221;<span style="font-weight: 400;">/&#8221;</span>Sour Power&#8221;<span style="font-weight: 400;">), passando pela curtição <em>headbanger</em> (&#8220;</span>For Those About to Thrash&#8221;/&#8221;Brewtal Mosh&#8221;<span style="font-weight: 400;">), até os temas mais politicamente engajados (&#8220;</span>Violent Times/Born In South America&#8221;/&#8221;R.I.P Democracy&#8221;<span style="font-weight: 400;">). <strong>Violência, neocolonialismo, opressão e resistência figuram entre os assuntos referidos pela banda. Nesse ponto, duas músicas merecem destaque: &#8220;</strong></span><strong>Violent Times&#8221; que aborda sem meias palavras a pobreza e a selvageria estampadas diariamente; e &#8220;Born in South America&#8221;</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> que faz referências aos expedientes sombrios da colonização e seus efeitos nefastos na política dos tempos que se seguiram – possivelmente, a melhor letra entre todos os trabalhos da banda</strong>. Ainda sobrou espaço para contar a história de Peter Kürten (na última faixa, &#8220;</span>The Sadist&#8221;<span style="font-weight: 400;">), também chamado de “O Vampiro de Düsseldorf”, maníaco conhecido pela brutalidade dos seus crimes que provocaram uma onda de terror na Alemanha da década de 1920. Um fechamento inusitado. Entretanto, condizente com a intensidade exibida no decorrer do play.</span></p>
<p>E para combinar com a paixão da banda pela cerveja artesanal, encerro a resenha com uma avaliação <i><span style="font-weight: 400;">like a sir</span></i><span style="font-weight: 400;">, tal qual a de degustação do precioso líquido: trata-se de um disco de thrash metal com alto teor “oldschoolico”, com apresentação em embalagem robusta e elegante. Nota-se de plano que o conteúdo é bem encorpado, com bastante equilíbrio entre as músicas bem-humoradas e as de aspecto mais austero. <strong>Revela sabor inicial que pode agredir os paladares mais sensíveis, com finalização igualmente pujante. Um álbum indicado para quem não dispensa um bom mosh, mas, também aprecia um som para reflexão. Harmoniza com air guitar, moshpit e stage diving.</strong></span></p>
<p><iframe width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: The Revolution Continues" src="https://open.spotify.com/embed/album/1a6jTe9E3iX1hH4xuGT2Qp?si=umK-jT-aQLKvEXps5caYnA"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong><strong> Nefhar Borck</strong></p>
<p>*Leonardo Corrêa é figura conhecida no underground da Grande Florianópolis. Baixista, já tocou em algumas bandas de rock/metal da região e é entusiasta da produção musical de Santa Catarina.</p>
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		<title>Guia completo da 7ª edição da Semana do Rock Catarinense: #11</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reta final da Semana do Rock Catarinense na Grande Florianópolis segue na Célula Showcase. A “Mais Querida” recebe no dia 12 de julho (sexta-feira) uma palestra sobre direitos autorais com o doutor Guilherme Coutinho, da Phonolite, e, na sequência, acontece a clássica noite dedicada ao metal, com as bandas Armada 85, Red Razor, Rest &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fguia-completo-da-7a-edicao-da-semana-do-rock-catarinense-11%2F&amp;linkname=Guia%20completo%20da%207%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o%20da%20Semana%20do%20Rock%20Catarinense%3A%20%2311" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fguia-completo-da-7a-edicao-da-semana-do-rock-catarinense-11%2F&amp;linkname=Guia%20completo%20da%207%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o%20da%20Semana%20do%20Rock%20Catarinense%3A%20%2311" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fguia-completo-da-7a-edicao-da-semana-do-rock-catarinense-11%2F&amp;linkname=Guia%20completo%20da%207%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o%20da%20Semana%20do%20Rock%20Catarinense%3A%20%2311" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fguia-completo-da-7a-edicao-da-semana-do-rock-catarinense-11%2F&amp;linkname=Guia%20completo%20da%207%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o%20da%20Semana%20do%20Rock%20Catarinense%3A%20%2311" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fguia-completo-da-7a-edicao-da-semana-do-rock-catarinense-11%2F&amp;linkname=Guia%20completo%20da%207%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o%20da%20Semana%20do%20Rock%20Catarinense%3A%20%2311" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fguia-completo-da-7a-edicao-da-semana-do-rock-catarinense-11%2F&amp;linkname=Guia%20completo%20da%207%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o%20da%20Semana%20do%20Rock%20Catarinense%3A%20%2311" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>A reta final da <a href="https://www.src.art.br/" target="_blank" rel="noopener">Semana do Rock Catarinense</a> na Grande Florianópolis segue na Célula Showcase. A “Mais Querida” recebe no dia 12 de julho (sexta-feira) <strong>uma palestra sobre direitos autorais com o doutor Guilherme Coutinho, da Phonolite, e, na sequência, acontece a clássica noite dedicada ao metal</strong>, com as bandas Armada 85, Red Razor, Rest In Chaos e Silent Empire (Criciúma).</p>
<p>O advogado Guilherme Coutinho, ex-vocalista, guitarrista e compositor do Califaliza, criou a <a href="https://www.facebook.com/phonolitebr/" target="_blank" rel="noopener">Phonolite</a> para ajudar os artistas e demais agentes ligados à música a entenderem melhor como funciona a legislação e o mercado de uma forma simples. <strong>Especialista em direitos autorais, Coutinho é doutor pela USP (Universidade de São Paulo) e é membro da Comissão Permanente para o Aperfeiçoamento da Gestão Coletiva de Direitos Autorais, do Ministério da Cultura</strong>.</p>
<p><strong>A <a href="https://www.facebook.com/gritandoarmada/" target="_blank" rel="noopener">Armada 85</a> é uma banda que faz uma mescla de metalcore com elementos do new metal, hardcore e thrash metal, com letras em português.</strong> O grupo está em fase de gravação do primeiro álbum, intitulado “Intervenção literária”. O material está sendo produzido por Renan Socoloski. Até o momento foram divulgadas três das dez músicas do disco.</p>
<p><strong>A <a href="https://www.facebook.com/RedRazorThrashMetal/" target="_blank" rel="noopener">Red Razor</a>, uma das bandas mais respeitadas do thrash metal brasileiro, vive a expectativa de lançar o segundo álbum, “The Revolution Continues”</strong>. O trabalho, sucessor do ótimo “Beer Revolution”, também foi produzido por Alexei Leão, do AML Estúdio, e sai no mês de julho. Dois singles já foram liberados pelo grupo: “Born In South America” e “Violent Times”.</p>
<p>Se 2018 foi o ano de focar na produção de novas músicas, em 2019 a <a href="https://www.facebook.com/restinchaosofficial/" target="_blank" rel="noopener">Rest In Chaos</a> caiu na estrada. <strong>O quarteto de thrashcore fez turnê com o Distraught (RS), participou de festival e também tocou com os norte-americanos do Bitter Lake</strong>. Após uma estreia de alto nível com o EP “Worship Machines”, há dois anos, a banda lançou dois clipes, incluindo o da música “Ego Riser”, eleito um dos melhores vídeos do ano passado pelo Rifferama.</p>
<p>A <a href="https://www.facebook.com/SilentEmpireCriciuma/" target="_blank" rel="noopener">Silent Empire</a>, de Criciúma, levou sete anos para lançar o primeiro álbum, “Dethronement of All Icons”, em 2018. <strong>A banda, formada por Ivan Agliati (voz e guitarra), Aline Iladi (guitarra), Arthur Neto (baixo) e Israel Horstmann (bateria), faz um death metal clássico, inspirado nas bandas das décadas de 80 e 90, com uma pitada de thrash</strong>. O grupo também tem um EP no currículo, “Hail of the Legions”, de 2015.&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Eku2BER4fO4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JOxzYBSEVF8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BrOgfxTzLE4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qPJNqMGMKnw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zcBSOwDMJF4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Arte:</strong> Maurício Peixoto</p>
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		<title>Red Razor apresenta prévia do novo álbum na Célula Showcase</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 13:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Quatro anos após o lançamento do álbum de estreia, “Beer Revolution”, a Red Razor se prepara para apresentar o segundo trabalho de estúdio, “The Revolution Continues”, previsto para sair em julho. Mas quem for até a Célula Showcase neste sábado (6) já vai ter um gostinho do novo disco, incluindo o single “Born in South &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fred-razor-apresenta-previa-do-novo-album-na-celula-showcase%2F&amp;linkname=Red%20Razor%20apresenta%20pr%C3%A9via%20do%20novo%20%C3%A1lbum%20na%20C%C3%A9lula%20Showcase" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fred-razor-apresenta-previa-do-novo-album-na-celula-showcase%2F&amp;linkname=Red%20Razor%20apresenta%20pr%C3%A9via%20do%20novo%20%C3%A1lbum%20na%20C%C3%A9lula%20Showcase" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fred-razor-apresenta-previa-do-novo-album-na-celula-showcase%2F&amp;linkname=Red%20Razor%20apresenta%20pr%C3%A9via%20do%20novo%20%C3%A1lbum%20na%20C%C3%A9lula%20Showcase" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fred-razor-apresenta-previa-do-novo-album-na-celula-showcase%2F&amp;linkname=Red%20Razor%20apresenta%20pr%C3%A9via%20do%20novo%20%C3%A1lbum%20na%20C%C3%A9lula%20Showcase" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fred-razor-apresenta-previa-do-novo-album-na-celula-showcase%2F&amp;linkname=Red%20Razor%20apresenta%20pr%C3%A9via%20do%20novo%20%C3%A1lbum%20na%20C%C3%A9lula%20Showcase" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fred-razor-apresenta-previa-do-novo-album-na-celula-showcase%2F&amp;linkname=Red%20Razor%20apresenta%20pr%C3%A9via%20do%20novo%20%C3%A1lbum%20na%20C%C3%A9lula%20Showcase" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p><strong>Quatro anos após o lançamento do álbum de estreia, “Beer Revolution”, a <a href="https://www.facebook.com/RedRazorThrashMetal/" target="_blank" rel="noopener">Red Razor</a> se prepara para apresentar o segundo trabalho de estúdio, “The Revolution Continues”, previsto para sair em julho.</strong> Mas quem for até a Célula Showcase <a href="https://www.facebook.com/events/465467980656407/" target="_blank" rel="noopener">neste sábado (6)</a> já vai ter um gostinho do novo disco, incluindo o single “Born in South America”, disponibilizado nesta sexta-feira. O quarteto de thrash metal sobe ao palco ao lado de Surra (SP) e Marreta.</p>
<p>O álbum marca a estreia do guitarrista Daniel Rosick (Distressed, Exception e Matriarca). Em “The Revolution Continues”, a Red Razor repetiu a parceria com o produtor Alexei Leão, do AML Estúdio. Mais experientes, com dezenas de shows e turnê no Nordeste no currículo, a banda traz novos elementos a sua sonoridade. <strong>As letras também estão mais políticas e menos bem-humoradas, segundo o vocalista e guitarrista Fabrício Valle</strong>.</p>
<blockquote><p>— Gravar com o Xei é um prazer, tanto pela qualidade do trabalho e profissionalismo que ele entrega, quanto pela facilidade de convívio. O ambiente no estúdio é sempre descontraído, algo que permite que a gente desenvolva nossas ideias com tranquilidade. Incorporamos diversos elementos de outros estilos, mais notadamente death metal, mas também black, heavy e hardcore. No disco anterior o ambiente político era outro, as letras foram escritas entre 2012 e 2014. Tem mais crítica social, algo que estava presente de forma um pouco mais modesta no “Beer Revolution”.</p></blockquote>
<p>“Born in South America” foi tocada ao vivo pela primeira vez em 2017 e logo se tornou uma das preferidas entre os integrantes da banda, que conta também com Gustavo Kretzer no baixo e Igor Thiesen na bateria. O single fala sobre a forma como “o nosso continente foi colonizado e explorado nos últimos 500 anos” e <strong>expõe a visão de mundo do grupo – a própria questão política foi determinante para a escolha do novo guitarrista</strong>.</p>
<p>— A letra do single é muito importante para nós, fala de integração e identificação que a banda tem com o continente sul-americano e a sua cultura. Apesar de sermos do Sul do Brasil, refutamos completamente o movimento “O Sul é Meu País” e por isso deixar claro que o único sul que nos representa é o da América. <strong>A escolha pelo Daniel foi bem simples, o nome dele foi um dos preferidos. Não tínhamos dúvidas de que ele estava à altura tecnicamente, então fizemos uma busca nas redes sociais para saber sobre os posicionamentos políticos dele. Não queríamos colocar alguém que alimentasse discursos de ódio ou pensamentos reacionários, algo que tem infestado bandas de metal em Santa Catarina</strong>.</p>
<p><strong>Foto:</strong> Nefhar Borck</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iK9sp4f4_CQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Apesar da crise, Floripa Noise chega à 10ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 14:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A crise que está acabando com o Brasil chegou ao Floripa Noise, o festival mais f*** de Santa Catarina. São cinco dias de programação, começando nesta terça-feira (28), Macedusss + Abesta, no Taliesyn, que recebe mais um evento na sexta-feira (1º). O destaque da 10ª edição do Noise é o show da Stormental, que não &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fapesar-da-crise-floripa-noise-chega-a-10a-edicao%2F&amp;linkname=Apesar%20da%20crise%2C%20Floripa%20Noise%20chega%20%C3%A0%2010%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fapesar-da-crise-floripa-noise-chega-a-10a-edicao%2F&amp;linkname=Apesar%20da%20crise%2C%20Floripa%20Noise%20chega%20%C3%A0%2010%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fapesar-da-crise-floripa-noise-chega-a-10a-edicao%2F&amp;linkname=Apesar%20da%20crise%2C%20Floripa%20Noise%20chega%20%C3%A0%2010%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fapesar-da-crise-floripa-noise-chega-a-10a-edicao%2F&amp;linkname=Apesar%20da%20crise%2C%20Floripa%20Noise%20chega%20%C3%A0%2010%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fapesar-da-crise-floripa-noise-chega-a-10a-edicao%2F&amp;linkname=Apesar%20da%20crise%2C%20Floripa%20Noise%20chega%20%C3%A0%2010%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fapesar-da-crise-floripa-noise-chega-a-10a-edicao%2F&amp;linkname=Apesar%20da%20crise%2C%20Floripa%20Noise%20chega%20%C3%A0%2010%C2%AA%20edi%C3%A7%C3%A3o" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>A crise que está acabando com o Brasil chegou ao <a href="https://www.facebook.com/floripanoize" target="_blank" rel="noopener">Floripa Noise</a>, <strong>o festival mais f*** de Santa Catarina</strong>. São cinco dias de programação, começando nesta terça-feira (28), Macedusss + Abesta, no Taliesyn, que recebe mais um evento na sexta-feira (1º). O destaque da 10ª edição do Noise é o show da Stormental, que não se apresenta completa desde janeiro de 2014. Eles sobem ao palco da Célula ao lado de Eutha e Red Razor.</p>
<p>Além da redução do número de datas, o Floripa Noise, que já trouxe Krisiun, Macaco Bong, Jards Macalé, Focus, Kadavar, Boogarins, entre outros, este ano terá um cast quase todo de bandas locais. Segundo o produtor Guilherme Zimmer, lenda do underground catarinense, <strong>a culpa é da crise</strong>.</p>
<p>– Esse ano estava sem grana total, aí fiz nesse esquema colaborativo. Quando tem grana, a gente faz, quando não tem grana, a gente faz também. São dez anos já dessa porra. <strong>O Floripa Noise tá foda</strong>, com tanta coisa pra fazer&#8230; podcast, coisa jovem, vou fazer festival. Não sei pra quê.<strong> </strong></p>
<p><strong>Programação</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>28/11 – </strong><a href="https://www.facebook.com/events/170295190227372/" target="_blank" rel="noopener">Terça Estranha, com Macedusss + Abesta</a>, às 21h, no Taliesyn Rock Bar</p>
<p><strong>29/11 – </strong><a href="https://www.facebook.com/events/400168653748317/" target="_blank" rel="noopener">Metalokê e Churrasco do Zimmer</a> (gratuito), a partir das 21h, na Célula Showcase<strong> </strong></p>
<p><strong>30/11 – </strong><a href="https://www.facebook.com/events/373206276455463/" target="_blank" rel="noopener">Noite do Infarto, com Jambock Sul + Mascarados &amp; Anônimos</a>, às 20h, no BECO<strong> </strong></p>
<p><strong>1º/12 – </strong><a href="https://www.facebook.com/events/109080726536646/" target="_blank" rel="noopener">Noite do Amor, com Petit Mort + Os Cafonas + Don + Cochabambas</a> (talvez toquem), às 21h, no Taliesyn Rock Bar<strong> </strong></p>
<p><strong>2/12 – </strong><a href="https://www.facebook.com/events/176500766238811/" target="_blank" rel="noopener">Stormental + Eutha &amp; Zimmer + Red Razor</a>, às 23h, na Célula Showcase</p>
<p><strong>Arte:</strong> Galvão Bertazzi</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/r4BckKdCp4A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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