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	<title>Stoner Rock &#8211; Rifferama</title>
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	<description>O portal da música catarinense</description>
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		<title>Jammanta apresenta som pesado com substância no primeiro EP</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 14:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Stoner Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, TUM Festival e Desterro Autoral Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse Quando se é músico em uma cidade como Florianópolis, é quase certo que vai acabar tocando em projetos diferentes com as mesmas pessoas. O caso da Jammanta é &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fjammanta-apresenta-som-pesado-com-substancia-no-primeiro-ep%2F&amp;linkname=Jammanta%20apresenta%20som%20pesado%20com%20subst%C3%A2ncia%20no%20primeiro%20EP" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fjammanta-apresenta-som-pesado-com-substancia-no-primeiro-ep%2F&amp;linkname=Jammanta%20apresenta%20som%20pesado%20com%20subst%C3%A2ncia%20no%20primeiro%20EP" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fjammanta-apresenta-som-pesado-com-substancia-no-primeiro-ep%2F&amp;linkname=Jammanta%20apresenta%20som%20pesado%20com%20subst%C3%A2ncia%20no%20primeiro%20EP" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fjammanta-apresenta-som-pesado-com-substancia-no-primeiro-ep%2F&amp;linkname=Jammanta%20apresenta%20som%20pesado%20com%20subst%C3%A2ncia%20no%20primeiro%20EP" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fjammanta-apresenta-som-pesado-com-substancia-no-primeiro-ep%2F&amp;linkname=Jammanta%20apresenta%20som%20pesado%20com%20subst%C3%A2ncia%20no%20primeiro%20EP" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fjammanta-apresenta-som-pesado-com-substancia-no-primeiro-ep%2F&amp;linkname=Jammanta%20apresenta%20som%20pesado%20com%20subst%C3%A2ncia%20no%20primeiro%20EP" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a>, <a href="https://www.instagram.com/camerataflorianopolis/" target="_blank" rel="noopener">Camerata Florianópolis</a>, <a href="http://www.bigua.net/" target="_blank" rel="noopener">Biguanet Informática</a>, <a href="https://tumfestival.com.br/" target="_blank" rel="noopener">TUM Festival</a> e <a href="https://www.instagram.com/desterroautoral/" target="_blank" rel="noopener">Desterro Autoral</a></p>
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<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>Quando se é músico em uma cidade como Florianópolis, é quase certo que vai acabar tocando em projetos diferentes com as mesmas pessoas. O caso da <a href="https://www.instagram.com/jammantarock/" target="_blank" rel="noopener">Jammanta</a> é mais um desses. Rogério Otto (voz e baixo) já teve bandas com Alex Arroyo (guitarra e voz) e Daniel Cordova (bateria) em contextos sonoros diferentes, mas ambas com repertório de covers. O trio já saiu do primeiro ensaio, em março de 2023, com as primeiras músicas — as ideias são trabalhadas em conjunto, até mesmo as letras, que são escritas em grande parte por Otto. &#8220;É no estilo &#8220;Get Back&#8221; (doc dos Beatles), meio a fórceps, é tudo trabalhado na hora. Eu não me lembro de nenhuma que alguém tenha feito inteira&#8221;, explicou o vocalista.<strong> Com as composições fervilhando e muitos convites para fazer shows, faltava um registro em estúdio. &#8220;Jammanta&#8221;, lançado em fevereiro nas plataformas digitais, foi gravado no Magic Place por Renato Pimentel e apresenta três canções pesadas, com aquela estética característica do stoner rock.</strong></p>
<p>Se a sonoridade é definida, o mesmo não pode se dizer das letras: a temática é livre. &#8220;The Sting&#8221; e &#8220;What&#8217;s My Name?&#8221; (Arroyo gravou os vocais nessa) são duas faixas mais divertidas, que abordam um assalto a banco no ponto de vista do fugitivo e uma bebedeira que causa arrependimento no dia seguinte, respectivamente. <strong>&#8220;Free&#8221;, a música mais longa do EP, com quase nove minutos, trata sobre liberdade e traz um videoclipe filmado, editado e produzido por Machiori Bernardi. &#8220;Free&#8221; foi um divisor de águas para a Jammanta, no sentido de composição, a banda descobriu o tipo do som que pretende fazer nos trabalhos futuros, incluindo o segundo EP, que está a caminho.</strong> Como a banda escreve muito, o objetivo é registrar essas canções de tempos em tempos, como se fossem temporadas, para captar as fases sonoras de cada época. Em paralelo à gravação do próximo EP, a Jammanta tem um <a href="https://www.instagram.com/p/DLnsRnCTwxf/" target="_blank" rel="noopener">show de abertura</a> para os ucranianos do Stoned Jesus marcado para outubro. Em contato com o Rifferama, Rogério Otto falou sobre o processo criativo democrático da banda.</p>
<p>— No primeiro ensaio ficou evidente que tinha entrosamento e que cada um podia contribuir com alguma coisa. No EP decidimos fazer as três primeiras, mas nesse meio tempo a gente fez &#8220;Free&#8221;, que foi um momento novo, a gente descobriu um jeito de fazer som. O novo EP já são músicas mais novas, que são as que a gente gosta mais e têm mais a ver com o tipo de som que a gente está fazendo. São filhotes de &#8220;Free&#8221;. <strong>As temáticas são bem distintas, eu quero escrever sobre coisas que me incomodam e são importantes pra mim. &#8220;Free&#8221; é sobre essa coisa do refugiado, do imigrante, os indígenas que vivem como moradores de rua, as pessoas em Gaza&#8230; não é uma obrigação ter um posicionamento, mas ninguém nunca foi contra fazer letras políticas. Não há nenhum tipo de censura sobre qualquer assunto.</strong> A banda funciona bem desse jeito, a gente tem tocado bastante e quando temos tempo a gente para e sai uma ou duas músicas por ensaio. Temos gostado bastante e estamos levando a sério.</p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/5W6KOuc2rIFHBjcCtJ5zRG?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<hr />
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wipaAjSmvKY?si=WgBOLTX8F8QLY1Oy" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Foto:</strong> Luiz Maia</p>
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		<title>“Nem era”, o caos pungente e indispensável de Monte Resina*</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 17:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Resina]]></category>
		<category><![CDATA[Música Instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[Stoner Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, TUM Festival e Desterro Autoral Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse *por Matheus Jacques Tentar “rotular” a sonoridade da instituição de som pesado ilhéu nomeada Monte Resina é quase tão fácil quanto tentar entender o significado por trás da &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fnem-era-o-caos-pungente-e-indispensavel-de-monte-resina%2F&amp;linkname=%E2%80%9CNem%20era%E2%80%9D%2C%20o%20caos%20pungente%20e%20indispens%C3%A1vel%20de%20Monte%20Resina%2A" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fnem-era-o-caos-pungente-e-indispensavel-de-monte-resina%2F&amp;linkname=%E2%80%9CNem%20era%E2%80%9D%2C%20o%20caos%20pungente%20e%20indispens%C3%A1vel%20de%20Monte%20Resina%2A" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fnem-era-o-caos-pungente-e-indispensavel-de-monte-resina%2F&amp;linkname=%E2%80%9CNem%20era%E2%80%9D%2C%20o%20caos%20pungente%20e%20indispens%C3%A1vel%20de%20Monte%20Resina%2A" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fnem-era-o-caos-pungente-e-indispensavel-de-monte-resina%2F&amp;linkname=%E2%80%9CNem%20era%E2%80%9D%2C%20o%20caos%20pungente%20e%20indispens%C3%A1vel%20de%20Monte%20Resina%2A" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fnem-era-o-caos-pungente-e-indispensavel-de-monte-resina%2F&amp;linkname=%E2%80%9CNem%20era%E2%80%9D%2C%20o%20caos%20pungente%20e%20indispens%C3%A1vel%20de%20Monte%20Resina%2A" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Fnem-era-o-caos-pungente-e-indispensavel-de-monte-resina%2F&amp;linkname=%E2%80%9CNem%20era%E2%80%9D%2C%20o%20caos%20pungente%20e%20indispens%C3%A1vel%20de%20Monte%20Resina%2A" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a>, <a href="https://www.instagram.com/camerataflorianopolis/" target="_blank" rel="noopener">Camerata Florianópolis</a>, <a href="https://linktr.ee/biguanet" target="_blank" rel="noopener">Biguanet Informática</a>, <a href="https://tumfestival.com.br/" target="_blank" rel="noopener">TUM Festival</a> e <a href="https://www.instagram.com/desterroautoral/" target="_blank" rel="noopener">Desterro Autoral</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>*por Matheus Jacques</p>
<p><strong>Tentar “rotular” a sonoridade da instituição de som pesado ilhéu nomeada <a href="https://www.instagram.com/monteresina/" target="_blank" rel="noopener">Monte Resina</a> é quase tão fácil quanto tentar entender o significado por trás da aparente jocosidade a respeito do nome das faixas de seu material.</strong> Vivências? Piadas internas? É virtualmente impossível presumir esses significados sem um conhecimento de causa do grupo, mas é bem mais que virtualmente obrigatório conhecer o universo musical dessa banda, que após sete anos do lançamento de seu último registro, &#8220;Aluado Bulimor&#8221; nos traz sua nova obra, “Nem era”.</p>
<p>Industrial, quebrado, por vezes atrelado ao stoner, ocasionalmente ao progressivo, ao post-metal e ao post-hardcore, mas sempre criativo e demonstrando fugir do esperado, o som instrumental da banda conduz por caminhos imprevistos, sem amarras, martelando com riffs convictos e faiscantes. <strong>A construção musical das suas faixas, baseadas principalmente nos referidos riffs e, também, em um trabalho envolvente e impecável de bateria, é caótica, surpreendente, se lançando sobre o ouvinte que ousa adentrar seu universo como um leviatã sonoro</strong>. Demonstrando ser inspirada por bandas como ISIS, Helmet, Neurosis, Truckfighters e outras, o grupo navega solto em “Nem era” sobre essas referências.</p>
<p><strong>“Hum na Mão”, com sua incessante quebra de ritmos e andamentos, entregando tudo e mais um pouco no quesito “quebrar o acordo com a harmonia”, e “Le Cloner”, são os primeiros pontos de destaque do novo álbum, com sua já citada implacável entrega de riffs verborrágicos e incendiários aliados a uma surra daquelas na bateria.</strong> É sempre bom ver um baterista que sabe, de forma equivalente, descer a lenha e também, entregar uma construção técnica e criativa. As primeiras faixas já demonstram nesse material essa caminhada pela senda dos “posts” (post-metal e post-hardcore) um fator bem reconhecível de quem já é habituado ao som da banda, mas que facilmente deve também entregar aos incautos uma estranha, porém recompensadora sensação de estranheza e surpresa. Monte Resina cria uma atmosfera cativante, tanto para os novatos quanto para os ouvintes habituais.</p>
<p>O repertório segue com mais faixas de alto nível: “Afanador Disqueiro” já se desvela com a tradicional união de espancamento e demonstração de criatividade na bateria, convidando o ouvinte a uma generosa dose de &#8220;quebraceira de pescoço&#8221; ao ritmo de seus passos tortos; “Ceifa Marreta” traz mais dos riffs metálicos e “robóticos” tradicionais do grupo, proporcionados por Paulo Tefili com louvor e afinco; e <strong>“Década”, com sua aura atmosférica mais suave e reconfortante, vem como um ponto fora da curva para iniciar o fechamento do material de forma assertiva, aprazível, entregando para “Palácio do `Pastor” encerrar a jornada com mais um lampejo de caos e imersão.</strong></p>
<p>“Nem era” marca o fim do ciclo de espera por um trabalho inédito da Monte Resina, e sucede “Aluado Bulimor” de um forma que nem os mais ousados e esperançosos ouvintes da banda ( e apreciadores de uma boa música instrumental no geral) poderiam desejar. <strong>O material é honesto, orgânico, magnético, recebendo o ouvinte como um soco no peito e uma marretada no cérebro, ou um prego cravado no cérebro, entregando o melhor material lançado pelo grupo até hoje. Audição indispensável.</strong></p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/2MOo9AdAwITKeSGwhli5Y8?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Paulo Tefili:</strong> Guitarra e composições, exceto &#8220;Aldo Cocoroca&#8221; (Paulo Tefili, Cainã Almeida e Roger Benevenutti)<br />
<strong>Cainã Almeida:</strong> Baixo<br />
<strong>Roger Benevenutti:</strong> Bateria<br />
<strong>Captação:</strong> Júlio Miotto e Paulo Franco no Ouié Studio<br />
<strong>Mixagem:</strong> Júlio Miotto<br />
<strong>Masterização:</strong> Fernando Delgado e Bruno Martuchello<br />
<strong>Arte da capa:</strong> Rafael Ruzza e Alexandre Mil<br />
<strong>Produção:</strong> Júlio Miotto e Monte Resina</p>
<p>*Matheus Jacques é produtor na <a href="https://www.instagram.com/bruxav/" target="_blank" rel="noopener">Bruxa Verde</a>, artista na Crochê Arretado e redator musical</p>
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		<title>Elephantus e um novo &#8220;Solstício&#8221; no cenário stoner/doom*</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2025 13:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Doom Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Elephantus]]></category>
		<category><![CDATA[Stoner Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, TUM Festival e Desterro Autoral Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse *por Matheus Jacques Contam-se cinco anos, que podem ser vistos de diferentes perspectivas como poucos ou longos, desde a última entrega de um material do duo formado em &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Felephantus-e-um-novo-solsticio-no-cenario-stoner-doom%2F&amp;linkname=Elephantus%20e%20um%20novo%20%E2%80%9CSolst%C3%ADcio%E2%80%9D%20no%20cen%C3%A1rio%20stoner%2Fdoom%2A" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Felephantus-e-um-novo-solsticio-no-cenario-stoner-doom%2F&amp;linkname=Elephantus%20e%20um%20novo%20%E2%80%9CSolst%C3%ADcio%E2%80%9D%20no%20cen%C3%A1rio%20stoner%2Fdoom%2A" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_plus" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_plus?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Felephantus-e-um-novo-solsticio-no-cenario-stoner-doom%2F&amp;linkname=Elephantus%20e%20um%20novo%20%E2%80%9CSolst%C3%ADcio%E2%80%9D%20no%20cen%C3%A1rio%20stoner%2Fdoom%2A" title="Google+" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Felephantus-e-um-novo-solsticio-no-cenario-stoner-doom%2F&amp;linkname=Elephantus%20e%20um%20novo%20%E2%80%9CSolst%C3%ADcio%E2%80%9D%20no%20cen%C3%A1rio%20stoner%2Fdoom%2A" title="WhatsApp" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook_messenger" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook_messenger?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Felephantus-e-um-novo-solsticio-no-cenario-stoner-doom%2F&amp;linkname=Elephantus%20e%20um%20novo%20%E2%80%9CSolst%C3%ADcio%E2%80%9D%20no%20cen%C3%A1rio%20stoner%2Fdoom%2A" title="Facebook Messenger" rel="nofollow" target="_blank"></a><a class="a2a_button_pinterest" href="https://www.addtoany.com/add_to/pinterest?linkurl=https%3A%2F%2Frifferama.com%2Felephantus-e-um-novo-solsticio-no-cenario-stoner-doom%2F&amp;linkname=Elephantus%20e%20um%20novo%20%E2%80%9CSolst%C3%ADcio%E2%80%9D%20no%20cen%C3%A1rio%20stoner%2Fdoom%2A" title="Pinterest" rel="nofollow" target="_blank"></a></p><p>O Rifferama tem o apoio cultural de <a href="https://www.youtube.com/channel/UCJySbHmo0B5GDXmCWtRgs0g" target="_blank" rel="noopener">30 Por Segundo</a>, <a href="https://www.instagram.com/minikalzone/" target="_blank" rel="noopener">Mini Kalzone</a>, <a href="https://www.instagram.com/camerataflorianopolis/" target="_blank" rel="noopener">Camerata Florianópolis</a>, <a href="https://linktr.ee/biguanet" target="_blank" rel="noopener">Biguanet Informática</a>, <a href="https://tumfestival.com.br/" target="_blank" rel="noopener">TUM Festival</a> e <a href="https://www.instagram.com/desterroautoral/" target="_blank" rel="noopener">Desterro Autoral</a></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>*por Matheus Jacques</p>
<p>Contam-se cinco anos, que podem ser vistos de diferentes perspectivas como poucos ou longos, desde a última entrega de um material do duo formado em Blumenau intitulado <a href="https://www.instagram.com/elephantusduo/" target="_blank" rel="noopener">Elephantus</a>. Gravado ao vivo em uma única noite no estúdio Mansão Wayne, localizado na supracitada cidade catarinense, o EP auto intitulado já nos apresentava, de forma ainda que mais crua e primitiva, uma banda plena de potencial e promissora. Cinco anos se passaram, com várias apresentações pela estrada incluindo uma recente tour por São Paulo, com uma banda que vinha maturando ideias, adquirindo experiências. <strong>E esse progresso constante nos alinha à visão da Elephantus em “Solstício”, seu mais recente lançamento, contendo cinco faixas inéditas gravadas em Florianópolis, que desenvolvem as influências primitivas, basais e poderosas do grupo.</strong></p>
<p><strong> Caminhando por uma trilha que envolve elementos de sonoridades distintas, passeando pelo stoner rock e pelo doom metal, e abraçando ainda de forma acolhedora nuances da música oriental e da música brasileira, o duo apresenta no novo registro uma gravação aprimorada em relação a anterior</strong>, além é claro de uma evolução nas partes de composição e dinâmica instrumental. Os pontos fortes que já nos foram entregues no EP anterior continuam lá, entrelaçados com novas ideias e experimentações, sempre mantendo o sólido e dinâmico trabalho percussivo da banda entregue pelo baterista Andrei Mamede, aliado às cordas afiadas e fumegantes do guitarrista e vocalista Marcelo Maus.</p>
<p>Conectadas com um trabalho elogiável de composição no idioma português, as faixas falam por si próprias em seu universo particular, criando atmosferas envolventes e originais conduzidas para a dança por riffs gordurosos e corpulentos, que ditam um andar preciso e visceral. O encaixe entre os diversos segmentos do material parecem bastante naturais e fluidos, sem que camadas se sobreponham a camadas de forma desorientada ou precipitada. <strong>Entre os principais destaques do material, podemos elencar: “Equilibrista”, com sua introdução na levada musical nordestina, explorando o cowbell e se ligando a vocais guturais poderosos seguidos por um andamento instrumental marcante; e a excelente “Mahatma”, que nos apresenta uma seção instrumental psicodélica ditada por quebras de ritmo marcantes, fortes riffs e uma levada intensa de bateria.</strong> Mas no mais, é claro que as três outras faixas presentes (“Super Sapiens”, “A queda” e “Ultramundanos”) e o material como um todo se sobressaem em originalidade e espontaneidade.</p>
<blockquote><p>“Solstício” é um formidável desempenho de uma banda que renova uma visão do stoner/doom e suas influências, entregando seus próprios conceitos e experimentações em soma, ainda mais levando em conta que estamos falando de um duo. Elephantus permanece em seu segundo lançamento de estúdio como uma força criativa do cenário stoner nacional, estabelecendo já uma espera pelo seu próximo registro, nos deixando a convicção de que até lá mais evolução ainda rolará pelo caminho.</p></blockquote>
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<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Composições:</strong> Marcelo Maus e Andrei Mamede<br />
<strong>Letras:</strong> Marcelo Maus<br />
<strong>Gravação e mixagem:</strong> Rhino Rocha<br />
<strong>Arte da capa:</strong> Suyanne Gabrielle<br />
<strong>Foto da pintura:</strong> Betina Schmidt<br />
<strong>Foto banda:</strong> Gustavo Hardt<br />
<strong>Design gráfico:</strong> Manuela Mueller</p>
<p>*Matheus Jacques é produtor na <a href="https://www.instagram.com/bruxav/" target="_blank" rel="noopener">Bruxa Verde</a>, artista na Crochê Arretado e redator musical</p>
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		<title>Casa Laranja promove tempestade sinistra de riffs na Ilha</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 13:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Música Instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[Stoner Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, Lord Whisky Distillery e TUM Festival Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse O Casa Laranja é um trio que se formou para fazer jam. Leandro Machado (bateria) e Jardel Montenegro (baixo) se mudaram para Florianópolis durante a pandemia &#8230;]]></description>
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<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>O <a href="https://www.instagram.com/casalaranjaband/" target="_blank" rel="noopener">Casa Laranja</a> é um trio que se formou para fazer jam. Leandro Machado (bateria) e Jardel Montenegro (baixo) se mudaram para Florianópolis durante a pandemia e conheceram Matheus Longhi (guitarra) em um campeonato de skate e logo começaram a tocar misturando as influências de cada um, de Jimi Hendrix a Black Sabbath, passando por Fu Manchu. <strong>Apesar de ter como base o stoner, o som instrumental do grupo adiciona elementos do hardcore, punk, heavy metal e blues. No dia 28 de agosto, a banda lançou o primeiro álbum, &#8220;Tempestade sinistra na Ilha&#8221;, que foi gravado, mixado e masterizado por Leandro Lazzarotto (Bizibeize).</strong> O trabalho, captado ao vivo para manter a característica de improvisação do Casa Laranja, marcou a despedida do baixista Jardel Montenegro, que foi substituído por Pedro Guerra (Curupira). Com oito faixas, o repertório traz duas músicas com vocais, &#8220;Smoking&#8221; e &#8220;The River&#8221;.</p>
<p>O Casa Laranja se formou nos palcos. O grupo fez os primeiros shows ainda sem ter material nas plataformas digitais, o que aconteceu apenas no ano passado, com o lançamento de três singles. <strong>Ainda aprendendo a lidar com todo o trabalho que envolve estar em uma banda, o trio está acertando os últimos detalhes de um videoclipe para divulgar no começo de 2024 e escrevendo novas músicas com Pedro Guerra. O baixista já frequentava os rolês em que o Casa Laranja tocava e, sabendo que Jardel deixaria a banda, se ofereceu para se juntar a Leandro Machado e Matheus Longhi.</strong> Em contato com o Rifferama, o baterista falou sobre a sonoridade experimental do grupo, a escolha por gravar &#8220;Tempestade sinistra na Ilha&#8221; e a mudança na formação. &#8220;O Guerra veio para agregar demais, deixar a sonoridade mais encorpada&#8221;, contou.</p>
<p>— A banda tem esse lance de fazer um som despretensioso, de carregar referências distintas e colocar num corpo só, sem um nicho. <strong>Conseguimos gravar com o Leandro, que procurou a gente e nos apresentou o estúdio do Hique d&#8217;Ávila. Foi uma experiência super foda e muito significativo ele ter feito esse trabalho com a gente. A captação foi ao vivo pra não quebrar a dinâmica da banda. A gente tem muito a coisa da improvisação, da linguagem um do outro, de se adaptar ao que o outro está tocando, não poderia ser diferente na hora da gravação. Gravamos todas as oito músicas num dia só, de manhã até a noite, várias e várias e várias vezes.</strong> A gente conheceu o Pedro (Guerra) no Bro Cave, ele ia em todo o show, conversava com a gente no final. Em um dos últimos shows que a gente fez com o Jardel, a gente comentou que ele estava saindo e o Pedro falou que era fã e que tocava as músicas. Foi bem foda, um cara que admirava a gente e acabou colando com a gente e somando, trazendo essa sonoridade stoner. Ele ouve muita coisa diferente, tem somado bastante.</p>
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		<title>Mudness encerra fase com álbum de stoner pesado e melódico</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 13:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Silva]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Doom Metal]]></category>
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		<description><![CDATA[O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo, Mini Kalzone, Camerata Florianópolis, Biguanet Informática, Lord Whisky Distillery e TUM Festival Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse O stoner rock se estabeleceu nos anos 90 com o surgimento de nomes como Kyuss, Fu Manchu e Monster Magnet, fazendo um som inspirado principalmente por &#8230;]]></description>
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<hr />
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.catarse.me/rifferama" target="_blank" rel="noopener">Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Catarse</a></p>
<p>O stoner rock se estabeleceu nos anos 90 com o surgimento de nomes como Kyuss, Fu Manchu e Monster Magnet, fazendo um som inspirado principalmente por Black Sabbath e as bandas clássicas de doom metal, combinando riffs lentos, sujeira e psicodelia. O estilo teve um revival tão forte na última década, que parecia que a cada dez novos grupos sete seguiam essa estética, fato que saturou a cena e também os fãs do rock chapado. Esse é o caso da <a href="https://www.instagram.com/mudnessofficial/" target="_blank" rel="noopener">Mudness</a>, de Florianópolis. <strong>Grande conhecedor do gênero e do circuito independente brasileiro, o vocalista e guitarrista Renan Casarin filmou em 2016 o que viria a ser o documentário <a href="https://rifferama.com/documentario-medusalodoom-revela-bastidores-da-cena-stoner/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;Medusalodoom&#8221;</a>, que traz entrevistas com Muñoz, Ruínas de Sade, Red Mess (PR), entre outros.</strong> No ano seguinte, o videomaker começou a escrever as suas próprias músicas, mas só em 2019 que o projeto tomou forma com Fernando Lima Dal Bó (baixo) e Pedro Silvano (bateria).</p>
<p><strong>Três anos separaram o lançamento do primeiro single, &#8220;R.I.P.&#8221;, do álbum de estreia, homônimo, que saiu em julho. Esse intervalo talvez explique como as coisas tenham acontecido para a banda, que divulgou o material nas plataformas, mas fez apenas um show para promover &#8220;Mudness&#8221;.</strong> Casarin vive atualmente em São Paulo, onde integra a WeeDevil, e chegou até a pensar em reformular o grupo para seguir em frente, mas desistiu da ideia. O baterista está morando fora do país (Canadá), então, o disco possivelmente encerra essa trajetória. Em contato com o Rifferama, o vocalista e guitarrista falou sobre o status do trio atualmente e comentou sobre o desafio de superar os clichês do gênero. Ainda que seja difícil fugir completamente das características principais do stoner, a Mudness conseguiu entregar um repertório curto, sete faixas em 35 minutos, pesado e com bastante melodia, elemento importante nesse trabalho.</p>
<p>— Comecei a criar os primeiros riffs da Mudness em 2017, mas fiquei nesse lance de conhecer a galera pra tocar junto, formei a banda com outras pessoas antes, e a gente definiu essa formação em 2019. Gravamos quatro músicas com o Leandro (Lazzarotto, produtor), era a nossa demo, mas só lançamos a &#8220;R.I.P.&#8221;, as outras não ficaram legais. Tinha sido a minha primeira gravação, então pensamos em maturar mais essas músicas pra lançar depois. A banda até chegou a acabar na pandemia e voltamos nessa função do álbum, que só foi lançado quando eu saí de Floripa. Até pensei em continuar aqui em São Paulo, mas entramos com esse hiato. Não sabemos o que vai rolar, conversamos muito, mas provavelmente o álbum oficializou as experiências que a gente teve. <strong>Eu sempre tentei fazer umas músicas para não cair no clichê, por mais que eu me inspire nas músicas que eu curto, a gente coloca um tempero a mais. A gente sempre teve uma pegada muito melódico, riff maligno, mas com melodia, que dá uma quebra, esse peso com a parte mais poética.</strong></p>
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<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Produção, captação, mixagem e masterização:</strong> Leandro Lazzarotto<br />
<strong>Composições:</strong> Renan Casarin, Fernando Lima Dal Bó e Pedro Silvano<br />
<strong>Voz e guitarra:</strong> Renan Casarin<br />
<strong>Baixo:</strong> Fernando Lima Dal Bó<br />
<strong>Bateria:</strong> Pedro Silvano<br />
<strong>Participação:</strong> Marcio Bicaco (percussão em &#8220;Lamúria&#8221;)<br />
<strong>Arte da capa:</strong> Pedro Magalhães</p>
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