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MaiPê une de três personalidades diferentes em projeto pop

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A história da MaiPê começou em 2008, em Campinas (SP), com a banda Maria Palheta, que depois de muitos anos rodando o país tocando covers, decidiu começar um repertório autoral. Para separar as coisas, Bruno Dias (guitarra) e João Domeni (voz) criaram a Maipê. O duo seguiu junto até 2024, quando o vocalista preferiu focar no outro trabalho. Escolher novos parceiros para tocar o projeto foi natural para Dias, que agora forma um trio com Pedro Schin e Fabinho K — os dois já tinham gravado no álbum “Dias acústicos” (2022), da Maria Palheta. O processo de reconstrução passou por uma limpa nas plataformas digitais e redes sociais: a MaiPê começou do zero pela segunda vez. Entre novembro e março deste ano, o grupo lançou três singles antes de apresentar o EP “Rosa”, que chegou com a quarta e última faixa “O céu tá rosa (Mr. Pampers)”, com participação do rapper Fabio Brazza e videoclipe dirigido por Flávio Azevedo.

Bruno Dias é advogado e representa juridicamente artistas como Jota Quest, Lagum, Maneva, entre outros, além de ser apresentador de podcast e sócio do Tranquilo Floripa, Fabinho K é arquiteto e acabou de se tornar pai, e Pedro Schin é surfista e proprietário de uma pousada. Com cada um morando em uma cidade, Florianópolis, Balneário Camboriú e Imbituba (Praia do Rosa), respectivamente, e sendo três personalidades tão diferentes, o sucesso de “Rosa” foi conseguir fazer uma música que tenha a cara de todos, mas soe como uma coisa só, com identidade. O EP foi produzido por Giba Moojen no estúdio Nossa Toca, onde eles se conheceram. Com bastante material em mãos, a MaiPê está trabalhando em um álbum, mas também aposta em feats e numa releitura que vem sendo mantida em segredo. Em contato com o Rifferama, Bruno Dias falou sobre a nova formação e a musicalidade da MaiPê.

— Conheço os meninos há alguns anos, a gente se conheceu por conta da Nossa Toca, já tínhamos feito uma música juntos na formação antiga com eles participando. Quando o João pediu para sair, pensei no Schin, no Fabinho e em outros amigos artistas, tive ideias e pensei nessa soma de trazer os dois. Tem um veneninho na voz do Schin e uma doçura na do Fabinho, acho que esse contraste é um negócio muito bom. Não tinha ninguém melhor para produzir as nossas músicas que o Giba, ele sabe as fortalezas e fraquezas de cada um e conseguiu extrair bem o que a gente tinha pra dar em conjunto. Estamos conseguindo chegar numa musicalidade que é o tempero dos três, é a parte mais difícil, mas é o ouro do projeto, fazer uma parada que seja o equilíbrio dos três. Como são três pessoas completamente diferentes, se você consegue fazer a música bater para nós, você consegue fazer bater para mais gente assim.

Ficha técnica

Músicos: Bruno Dias, Pedro Schin e Fabinho K
Produção musical: Giba Moojen
Selo: FO/GO Music
Distribuição: Virgin Music Brasil
Compositores: Bruno Dias, Pedro Schin, Fabinho K, Fabio Brazza, Giba Moojen, Deco Martins, Du Persona, Vic Conegro e Fernanda Dapper
Arte da capa: IlustraBlack


Ficha técnica

Composição: Fabinho K, Pedro Schin, Bruno Dias, Fabio Brazza e Giba Moojen
Músicos: Pedro Schin, Fabinho K, Bruno Dias e Fabio Brazza
Produção musical: Giba Moojen
Masterização: Gabriel Reinert
Selo: FO/GO Music
Distribuição: Virgin Music Brasil
Comunicação, marketing & conteúdo: Maya Soares
Marketing digital: Dino Teixeira
Produtor assistente: Gabriel Cipriano
Produção executiva: BMP Produções
Imagens e edição: Flávio Azevedo
Assistente de direção: Mayara Castanho
Assistente de produção e making off: Arthur Baccar

Foto: Gabriel Cipriano

Daniel Silva é jornalista e editor do portal Rifferama, site criado em 2013 para documentar a produção musical de Santa Catarina. Já atuou na área cultural na administração pública, em assessoria de comunicação para bandas/artistas e festivais, na produção de eventos e cobriu shows nacionais e internacionais como repórter de jornal.

Um comentário

  1. Muitoooo bom! Muito obrigado!

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