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(Re)Descobertas da quarentena: Kimberly e Natana (Napkin)

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Formado em 2014, o duo Napkin, de Joinville, coleciona uma série de feitos. Prêmios internacionais, participações em grandes festivais, como o João Rock (Ribeirão Preto), primeira banda catarinense a gravar o AudioArena Originals, além da disputa do Battle of Bands do Hard Rock Cafe, em Nova Iorque (EUA), no ano passado. Em maio, Kimberly Neves e Natana Alvarenga lançaram o clipe interativo do single “Together”.


Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where do We Go? (2019) — Kimberly Neves

Esse álbum me choca desde que ele foi lançado. A Billie Eilish é uma artista super nova, acabou de fazer 18 anos, e me chocou muito a forma de pensar, de produzir esse disco. Ele vai totalmente contra o que a gente busca, que é claridade, o ar, um som mais aberto: ele é totalmente introspectivo e tem uma produção incrível. Ela criou um novo jeito de produzir música e vamos ter muitas músicas nesse estilo a partir de agora. Ela virou a chave.


Glass Animals – How to be a Human Being (2016) — Natana Alvarenga

“How to be a Human Being” é o segundo álbum do Glass Animals e me chama muito a atenção a forma como eles produzem os timbres deles. É incrível a sonoridade, diferente, não vi nenhuma outra banda parecida. Eles mexem muito com um eletrônico com uma pegada de synths, só ouvindo mesmo pra ter noção. É um som bem diferente, indico muito.


Beyoncé – Homecoming: The Live Album (2019) — Kimberly e Natana

Eu e a Natana temos um gosto muito similar, escolhemos um álbums que as duas curtem muito. O que é essa mulher? São 40 músicas, todas produzidas especialmente para esse show, que aconteceu no Coachella de 2018. Tem um documentário na Netflix que mostra esse shows, foi um dos mais importantes pra ela, a primeira mulher negra a ser atração principal no Coachella. Esse álbum é um show inteiro de mashups de músicas dela, com versões mais curtas, e está incrível.


Bônus: Napkin – I.Nn.Pak

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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