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Vídeo: Ponto Nulo no Céu + Bullet Bane (Coletivo Rajada)

O Coletivo Rajada reúne cinco das bandas mais importantes do rock independente nacional: Ponto Nulo no Céu (SC), Bullet Bane (SP), Pense (MG), Black Days (SP) e Bayside Kings (SP). Na última quinta-feira, dia 14 de junho, PNNC e Bullet Bane estiveram na Célula Showcase, em Florianópolis, em mais uma ação do projeto. A dupla também se apresentou no domingo, 17, em Blumenau. O Rifferama fez a cobertura do evento na Capital.

Em entrevista ao portal, o vocalista da Ponto Nulo no Céu, Dijjy Rodriguez, elogiou o bom momento vivido pela cena, principalmente no que diz respeito à qualidade dos lançamentos, e informou que a banda está trabalhando em novidades para os próximos meses. Uma parceria com uma das parceiras do coletivo, a exemplo de “Antídoto”, faixa gravada por Black Days e Bullet Bane, não está descartada.

– Faz dois anos que estamos trabalhando o “Pintando Quadros do Invisível” e agora estamos encerrando o ciclo desse disco com a última tour. Esperamos conseguir colocar isso na rua o quanto antes, acredito que ainda vão uns dois meses. Outra ação do coletivo, além dos shows, é fazer música em conjunto e, quem sabe, podemos tentar fazer isso. É bem provável, só estamos estudando como fazer.

A Bullet Bane passou por diversas transformações até chegar em “Continental”, terceiro disco da banda, lançado em outubro do ano passado. Formada em 2009, em São Paulo, como Take Off the Halter, o grupo gravou um EP e dois álbuns em inglês antes de partir para as composições em português. A recepção dos fãs tem sido a melhor possível, segundo o vocalista Victor Franciscon.

– A gente vê a dificuldade de a galera tentar cantar em inglês. Em português é outra brisa, era uma coisa que a gente queria fazer. É a brisa de escrever na sua língua nativa e, apesar de não ser o que a gente fazia, acho que desde o começo a gente sabia que caminharia para esse bagulho. A gente faria de qualquer jeito. Foi bem natural mesmo.

Foto: Marília Reginato

Imagens e edição: Johnny Duluti (Ferradura Video)

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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