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Foto: Roy Schulenburg
“Não fique me dando sinais”, novo single do Casmidt, lançado no dia 25 de setembro nas plataformas digitais, marca uma nova fase para os irmãos Ricardo e Artur Cassol Schmidt, de Joinville. Pela primeira vez, o duo compartilhou o seu processo criativo com outras pessoas — desde 2020, quando estrearam com o álbum “Pensamentos a mil”, os gêmeos fazem tudo sozinhos. A produção musical segue na mão dos dois, mas nessa faixa a masterização ficou a cargo de Francesco De Santis. “Foi um projeto em que a gente está trabalhando com mais pessoas, tanto na parte de estética, de foto, agência de marketing, masterização, são mais pessoas envolvidas. Evoluímos na parte de produção mesmo, fomos aprendendo muito nesse último ano e colocamos tudo nessa música”, comentou Artur Cassol Schmidt.
Esteticamente, o single segue a proposta que foi retomada com “Sofrer sozinho”, em 2024, com letras em português e uma sonoridade mais orgânica. “Não fique me dando sinais” fala sobre o primeiro contato ao conhecer pessoas novas e a angústia em não saber se algo está acontecendo de verdade ou se é uma expectativa criada. A canção foi composta em novembro de 2025 e vinha sendo trabalhada desde então. Até agora, pelo tempo que está no ar, “Não fique me dando sinais” já é a música que mais trouxe ouvintes e interação com público. Esse single faz parte de um projeto maior que o Casmidt está preparando e deve ter os detalhes divulgados em breve. Em contato com o Rifferama, Artur Cassol Schmidt explorou o tema do single e falou sobre a sonoridade atual do duo.
— Essa música vem de uma crescente. No começo do ano passado fizemos o lançamento do nosso EP “Eu sinto muito”. A gente realmente quis lançar ele do jeito que foi composto, 100% acústico, voz, violão e piano. A gente sentiu falta de músicas mais produzidas e agitadas, com bateria, mais comercial, e que a lembrasse a produção das nossas músicas antes desse último projeto, de “Sofrer sozinho” principalmente. A gente gosta de pegar temas um pouco banais e abrindo eles através das músicas. São nessas pequenas coisas que a gente mesmo se identifica muito quando ouve músicas de outros artistas. É o início de um projeto que estamos elaborando pra 2027, será o nosso maior projeto, está sendo arquitetado minuciosamente. Sinto que a gente vem crescendo para chegar nesse momento de falar sobre o que a gente quer e produzindo as músicas que a gente queria fazer desde o começo.
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