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Rifferama apresenta: Guia completo do Festival Bradamundo #3

Concorra a um passaporte para o Festival Bradamundo 2020


O terceiro dia do Bradamundo (23, domingo) tem a Noite do Sol em destaque, com artistas e bandas que tocaram no festival do Rio Grande do Norte, parceiro do Brada: Terno Rei (19h55, M), Potyguara Bardo (21h20, B), francisco, el hombre (22h45, M), Luísa e os Alquimistas (0h10, B), El Efecto (1h35, M) e Disaster Cities (3h, B). Mais um dia multicultural nos palcos, do pop ao stoner rock e discotecagem com música paraense.

O Palco Floresta abre às 14h com o músico e compositor Marcelo Gomes. Com influências diversas, que vão de Beatles a Noel Rosa, Cartola e Jackson do Pandeiro, estilo batizado de “Rock Samba Esquema Renovado”, título do EP lançado em 2017, o artista criciumense se apresenta com a sua banda.

Desde 2012 tocando pelas ruas da América do Sul, Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai e Peru), a Melange de Culture, de Buenos Aires (ARG), chega ao Bradamundo para apresentar a sua arte sonora que mistura (melange é mistura em espanhol) jazz, swing, bossa nova, groove, folclore e música cigana. A banda se apresentou na edição de 2015 do Psicodália.

Maranhense radicado em Joinville, o cantor e compositor Jesus Luhcas parece ter encontrado a sua verdade em “Bicho solto”, EP lançado em 2019. As seis faixas do registro, que pode ser classificado como MPB, apresentam diversas nuances e flertam com outros estilos como o samba, o rock, a música eletrônica e o rap. 

A Napkin, de Joinville, participa de todo o Circuito Psicodália de Carnaval. Além do Bradamundo, o duo se apresenta no SaravaDália, em Florianópolis, e no MorroDália, em Santa Maria (RS). Com o álbum “I.Nn.Pak”, lançado em 2019, Natana Alvarenga (voz e guitarra) e Kimberly Neves (voz e teclados) apresentam o novo show, focado no eletrônico.

A cantora pop, drag queen e compositora Lólly, de Criciúma, divulgou o seu primeiro single em setembro de 2019 e, dois meses depois, estava cantando para cerca de 20 mil pessoas na Parada da Diversidade de Balneário Camboriú. Neste ano, a artista se prepara para lançar o seu primeiro álbum.

2019 foi o ano de afirmação do Terno Rei, uma das principais bandas do rock brasileiro na atualidade. “Violeta”, terceiro álbum do grupo paulista, entrou nas principais listas de melhores do ano da mídia especializada. Além do Brada, o grupo também se apresenta no SaravaDália, em Florianópolis, no dia 29 (sábado).

A cantora Potyguara Bardo, de Natal (RN), é a anfitriã da Noite DoSol no Bradamundo. “Simulacre” (2018), trabalho de estreia da artista, traz o melhor do brega com pitadas de reggae, música eletrônica e baião, uma mistura que promete levar o público ao delírio no terceiro dia do festival.

O fenômeno francisco, el hombre dispensa apresentações. Uma das atrações mais aguardadas de toda a programação do festival, a banda paulista, formada por músicos mexicanos e brasileiros, está em turnê divulgando o segundo disco, o explosivo “Rasgacabeza”, sucessor do clássico “Soltasbruxa” (2016).

Também de Natal (RN), a banda Luísa e os Alquimistas vai muito além do brega eletrônico no seu terceiro disco, “Jaguatirica Print”. Fruto de muita pesquisa e experimentação, a sonoridade do grupo mira em diversas estéticas e acerta em todas – de latinidades até rap, tudo feito com bom gosto.

Os cariocas do El Efecto são conhecidos na cena independente brasileira pelo discurso político afiado e também pela fusão de rock com música brasileira. Em “Memórias do Fogo” (2018), último álbum da banda, riffs pesados de guitarra e vocais berrados convivem em harmonia com batucada de samba e cavaquinho, uma combinação irresistível.

A Disaster Cities, banda de Chapecó radicada em São Paulo (SP), vem colhendo os frutos do seu profissionalismo. Com mais de dois milhões de plays nas plataformas digitais, o quarteto apresenta no Bradamundo o repertório do seu novo disco, “Erasing Karma”, que será lançado ainda neste primeiro semestre.

*B (Palco Brada) e M (Palco Mundo)

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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