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Rifferama apresenta: Guia completo do Festival Bradamundo #4

Concorra a um passaporte para o Festival Bradamundo 2020


A programação do quarto dia (segunda-feira, 24) do Bradamundo promete levantar até defunto. A mescla de estilos, marca do festival, segue firme. Começando pelo Palco Floresta, com reggae, MPB, hardcore e música instrumental com Raizá (14h), Poliana Peres convida Malú (15h30), Encosto + Holotrópica (17h) e Bananeira Brass Band (18h30). E ainda tem Esteban Tavares (19h55, M), Ekena (21h20, B), Braza (22h45, M), Terra Celta (0h10, B), Machete Bomb (1h35, M) e Balthazar (3h, B). E ainda tem a discotecagem da finaleira, com os DJs Chong e Sttar, relelmbrando e atualizando as músicas da pista da Casa de Noca.

Desde o primeiro EP, “Olhos verdes”, lançado em 2017, a Raizá, de Criciúma, não parou mais de produzir.  No ano passado, a banda de reggae começou a ganhar mais atenção com as novas composições e o single “O amor é a cura”, que ganhou um belo clipe e teve produção musical do grande Giba Moojen (Nossa Toca).

Natural de Turvo, no Sul do estado, a cantora e compositora Poliana Peres aposta na leveza e calmaria no seu trabalho solo, que reúne influências da MPB e do rock. Com dois EPs lançados, o último, “Epifania”, que saiu no começo deste mês, a artista divide o palco com a Maalu MC.

A Encosto, de Criciúma, é uma das novas bandas apresentadas pelo festival. Formado no fim de 2018, o quarteto gravou no ano passado o seu primeiro material, uma demo com três músicas. O grupo, que toca ao lado do Holotrópica, faz um hardcore/crossover com temática antifa.

De Curitiba, a Bananeira Brass Band, que faz “música instrumental orgânica”, já é figurinha conhecida nos palcos de Santa Catarina – o grupo se apresentou na Revirada e também é atração do SaravaDália, no dia 28, na Bro Cave. Além do EP “#PotassioNeles”, de 2018, o grupo participou de um tributo ao clássico “In Utero”, do Nirvana, fazendo a base para artistas como Tuyo, Letrux, entre outros.

Há muito tempo o multi-instrumentista gaúcho Rodrigo Tavares (Esteban) se distanciou da imagem de ex-membro da Fresno com uma carreira solo de respeito, iniciada em 2012, com quatro álbuns e um registro ao vivo no Estúdio Showlivre. Esteban Tavares abre a noite no palco Mundo.

Conterrânea de Liniker (Araraquara, SP), a cantora Ekena levou sete anos para preparar o seu primeiro álbum, “Nó”, que saiu em 2017 e traz uma sonoridade entre o folk e a MPB. Destaque para o single “Todxs Putxs”, que soma mais de três milhões de execuções nas plataformas digitais (Spotify + YouTube).

Após o fim do Forfun, em 2015, Danilo Cutrim (voz e guitarra), Vitor Isensee (teclado e vocais) e Nicolas Christ (bateria) se juntaram ao baixista Pedro Lobo e formaram o BRAZA. Com o álbum de remixes, lançado neste mês, já são cinco trabalhos de estúdio: dois álbuns e dois EPs, um deles gravado em parceria com a banda francisco, el hombre, outra atração do Bradamundo.

Fenômeno de público por onde passa, o Terra Celta, de Londrina (PR), acumula três shows consecutivos no Rock In Rio, entre 2013 e 2015 – a banda tocou no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos. A bem-sucedida mistura da música folclórica europeia com a brasileira e o rock and roll, além da temática divertida,

De Curitiba (PR), a Machete Bomb sobe ao palco para colocar fogo em tudo. O release da banda diz tudo: “Machete Bomb é soco reto no senso comum. É cavaco heavy metal, crítica com pegada de samba e rap com postura de bamba“. Nesta quinta-feira (13), o grupo lançou a releitura para “Que loucura”, de Odair José, com a participação do próprio e dos rappers Pete Mcee e Pecaos.

De Criciúma, a Balthazar faz um rock and roll com uma pegada setentista. Letras em português e solos de guitarra psicodélicos dão o tom da sonoridade do quarteto quarteto, que começou a sua trajetória em 2014 e faz um som bastante original. O grupo tem um álbum lançado, “Encantamento”, de 2016. Em 2017, a Balthazar participou do Circuito SESC de Música.

*B (Palco Brada) e M (Palco Mundo)

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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