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Ponto Nulo no Céu faz shows em Florianópolis e São Ludgero

“Pintando Quadros do Invisível” recolocou a Ponto Nulo no Céu no cenário independente brasileiro. O segundo álbum não só trouxe uma evolução na sonoridade da banda, como também possibilitou ao grupo tocar em lugares onde nunca tinha chegado antes, como Belo Horizonte. A PNNC fez shows em no interior e na capital de São Paulo, no Paraná e no Rio de Janeiro.

Quase seis meses depois, a Ponto Nulo no Céu está de volta a Florianópolis. A banda se apresenta nesta sexta-feira (11), na Célula Showcase, ao lado de Royals e da Cobalt Blue. No sábado, a PNNC toca em São Ludgero pela primeira vez, mesmo o grupo tendo sido formado em Gravatal, cidade vizinha, em 2007. O vocalista Dijjy Rodriguez falou ao Rifferama sobre a recepção do público ao novo disco e, também, da turnê de divulgação do trabalho.

– O “Pintando Quadros do Invisível” deu uma amplitude maior em relação a público e shows. Visitamos cidades que ainda não tínhamos ido. Esperamos que os horizontes continuem se abrindo para podermos mostrar o nosso som. Compor e gravar são coisas muito interessantes, mas dão trabalho. O show é a hora que temos para jogar tudo para fora e nos divertir com quem quer ouvir. A recepção tem sido muito boa. As pessoas têm mostrado que absorveram essa nova fórmula e o que foi dito.

Dijjy, que na última quarta-feira (9), recebeu o troféu de melhor banda no 4º Prêmio da Música Catarinense, explicou o critério utilizado para escolher os shows de abertura. A Ponto Nulo não se prende a estilos nessa hora, o objetivo é fortalecer a cena. Enquanto a Cobalt Blue se prepara para lançar o primeiro disco, “Stop Momentum”, a Royals, a união de integrantes da Hope of Fools e Gummo, estreia nos palcos nesta sexta-feira.

– Dessa vez, escolhemos bandas de Florianópolis, para valorizar a cena local. Temos que começar no local e ir nos alastrando. Sempre tentamos colocar algo diferente nos shows. No último (em maio), trouxemos a Histeria Coletiva, um grupo de rap. Dessa vez teremos Cobalt Blue e Royals, que são nossos amigos. Espero que as pessoas colem lá na Célula.

Nasci em Blumenau, mas fui criado em Biguaçu, cidade em que vivi até os 28 anos: hoje moro em São José. Sou jornalista, me formei na Estácio de Sá e trabalhei no jornal Notícias do Dia, a minha casa entre 2009 e 2016, entre indas e vindas. Escrevia sobre esportes no impresso, mas sou apaixonado por música, a melhor invenção do homem.

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