O Rifferama tem o apoio cultural de 30 Por Segundo e Camerata Florianópolis
Contribua com a campanha de financiamento coletivo do Rifferama no Apoia.se
Foto: Victor Michelato
Da estreia com “Da cor do girassol”, lançado pela Deck em 2018, para o “EP 2019”, o primeiro registro com a Universal Music Brasil, foram apenas dez meses de diferença. A partir do contrato com a gravadora, Bryan Behr deixou Brusque e começou a produzir sem parar. Foram três álbuns de estúdio, três EPs, discos ao vivo e acústico, coletâneas, remixes, versões, feats com artistas brasileiros e internacionais, inúmeros videoclipes e singles, totalizando cerca de 50 trabalhos nas plataformas digitais. Além de uma discografia contundente e diversificada, o cantor e compositor conquistou uma grande base de fãs fruto do seu talento e da exposição. Seguro com a trajetória que trilhou, Bryan Behr decidiu voltar para Santa Catarina e desacelerar. O álbum “Bela Vista, 133”, que saiu no dia 30 de julho, marca a despedida de São Paulo, onde morou e gravou esse material.
O título do disco faz referência ao apartamento em que o artista morou em São Paulo. “Bela Vista, 133”, é o seu primeiro trabalho independente. Sem a obrigação de andar no ritmo do mercado, o material teve apenas dois singles divulgados antes do lançamento completo: “Quando me ver passar” (maio) e “Noturno” (junho). “É a primeira vez que tenho um videoclipe para cada música do álbum. São coisas que a gente vai ajustando, fazendo mais no nosso tempo, no tempo da nossa criatividade, do coração, parece que as coisas vão se abrindo, as pessoas certas vão se aproximando e as coisas encontram um norte em comum”, contou o artista. O processo de criação do álbum, que foi produzido em parceria com Flávio Ferrari, mixagem de Thiago Baggio e masterização de Felipe Tichauer, será compartilhado em um série audiovisual nas redes sociais do cantor e compositor. Em contato com o Rifferama, Bryan Behr falou sobre a volta para SC e a nova fase independente.
— Estar em São Paulo foi um aprendizado enorme e ter essa carreira até hoje, que já faz quase dez anos, a gente vai aprendendo algumas coisas, criando casca, e se sente mais confortável para fazer o que a gente faz de um lugar onde a gente se sinta em casa. Sempre entendi São Paulo como trabalho, era muito difícil me sentir em casa. O único acordo que fiz comigo desde o começo é que faria de tudo para viabilizar a minha arte no mundo e jamais sairia de lá se isso prejudicasse a minha carreira. Está sendo muito bom poder tomar as minhas próprias decisões, não que eu não fizesse isso antes, mas fazer isso mais livremente e criar num tempo que é mais parecido comigo e com a minha criatividade do que o tempo da indústria. O álbum tinha que existir por esse motivo, registrar essa mudança, não só de casa, mas de estilo de vida. Estou muito feliz que a gente conseguiu fazer isso e trabalhar com tantos amigos assim, que era um tanto mais difícil antes.
Ficha técnica
Vídeo
Direção e produção geral: Bryan Behr
Direção de fotografia: Lucas Navarro e Victor Michelato
Montagem: Lucas Navarro
Foto still: Victor Michelato
Produção e stylist: Laura Brand
Áudio
Byan Behr: Voz e violão
Enielse: Baixo
Flávio Ferrari: Teclas, programação e vocais
Ruan Mueller: Bateria e percussão
Produção: Flávio Ferrari e Bryan Behr
Mixagem: Thiago Baggio
Masterização: Felipe Tichauer
Equipe Bryan Behr
Produção executiva: Bruna Sagaz
Comunicação e Marketing: Fabíola Oliveira
Management: Bruno Kley e Bruna Sagaz
Identidade visual e Design: Lauro
Distribuição digital: ONErpm

