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Foto: Alesson Mateus
No dia 12 de junho, a TerrAvista estreou “Conexão Catarina”, projeto em que a banda de Itajaí revisita canções de artistas do estado. O primeiro episódio, que teve o videoclipe divulgado no canal no Youtube do grupo, traz Ubiratan Matos (voz), Micael Graciki (guitarra), Celeste José de Matos “Sete Bass” (baixo) e Rafael Vieira (bateria) interpretando “Dona Georgina” (2018), da cantora e compositora Dandara Manoela, que também participou da gravação feita ao vivo no estúdio Nossa Toca, em Balneário Camboriú. A TerrAvista é acompanhada pelo tecladista Elieser de Jesus, responsável pelos arranjos e produção musical em parceria com a banda, e também pela engenharia de áudio (mixagem e masterização) do registro, que tem quatro faixas e será lançado como EP nas plataformas digitais. O audiovisual ficou a cargo da 03 Filmes.
Além de “Dona Georgina”, a série terá encontros com Louise Lucena, irmã de Daniel Lucena (1960-2020), fundador do Expresso Rural, cantando “América Menina”, tendo o guitarrista Mazin Silva como convidado; Luiz Meira e sua “Intuição”; e Chico Martins e Moriel Costa, do Dazaranha, fazendo “Preto vermeho” com a participação do percussionista Chico Preto. As gravações serão apresentadas nos dias 3, 17 e 31 de julho, respectivamente. Ao final desse processo, o grupo libera o EP “Conexão Catarina” completo para audição. Cada música teve novos arranjos criados para o projeto, respeitando a identidade dos artistas e banda homenageados, misturando com o groove da TerrAvista. Em contato com o Rifferama, o guitarrista Micael Graciki falou sobre o projeto.
— O Conexão Catarina surgiu como uma ideia de a gente fazer uma conexão mesmo entre a banda com outros artistas do estado que a gente admira, fazendo uma releitura, uma versão nova de cada música para esse EP. Fizemos os arranjos totalmente do zero, como se fosse a guia, e apresentamos para os artistas. Gravamos ao vivo, sem overdub (gravações adicionais), nada. O trabalho ficou muito bonito. Mais do que revisitar músicas, o projeto nasceu como uma forma de valorizar a riqueza cultural que existe em Santa Catarina e aproximar artistas de diferentes gerações, estilos e trajetórias. Cada encontro carregou muito respeito pela história dessas canções e também a vontade de apresentar tudo isso sob uma nova perspectiva, através da linguagem da TerrAvista.

